quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Wallyson


Por Henrique Ribeiro

O atacante Wallyson foi um dos jogadores de trajetória rápida, porém marcante com a camisa do Cruzeiro. Chegou ao Cruzeiro no returno do Campeonato Brasileiro de 2010, após ter o seu passe adquirido por um grupo de empresários. Wallyson era visto como uma promessa no futebol brasileiro, após se destacar no ABC de Natal, onde saiu como ídolo ainda garoto, e na Copa BH de Juniores, quando atuou pelo time sub-20 do Atlético Paranaense.

Em sua primeira temporada com a camisa estrelada foi lançado nos minutos finais das partidas pelo Campeonato Brasileiro, durante a campanha do vice-campeonato de 2010. Marcou o gol da vitória sobre o Palmeiras na última rodada, que poderia ter dado o título ao time estrelado, caso o Fluminense não tivesse vencido o Goiás. Assim demonstrou que estava predestinado aos gols importantes.

Wallyson é um atacante habilidoso que costuma jogar pelos lados do campo. Se destaca pela velocidade e pelo arremate preciso a gol. Ganhou a condição de titular na temporada de 2011 e sagrou-se o artilheiro da Libertadores com 7 gols. Na única decisão do Campeonato Mineiro contra o rival o Atlético disputada no interior, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, Wallyson marcou o gol do título, na vitória por 2 a 0, e entrou para a história do clube e do futebol mineiro.

Sua passagem pelo Cruzeiro foi abreviada, devido a uma grave contusão que sofreu numa partida contra  o Internacional, no Beira-Rio, pela 15a rodada do Campeonato Brasileiro. Num lance isolado fraturou o tornozelo esquerdo, que o deixou sete meses afastado dos gramados. Apesar de jovem não teve uma recuperação rápida como se esperava e voltou a sofrer novas contusões em 2012. No final da temporada a direção cruzeirense não renovou seu contrato e o jogador foi liberado.

Wallyson Ricardo Maciel Monteiro, nasceu em Macaíba-RN, em 17 de outubro de 1988. Ao todo disputou 88 partidas com a camisa cruzeirense e marcou 27 gols. Sagrou-se campeão mineiro de 2011.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ronaldo


Por Henrique Ribeiro

O presidente Felício Brandi prometia contratações de impacto para a disputa da Taça Libertadores de 1976 e uma lista de nomes de jogadores em destaque no futebol brasileiro e do exterior chegou a ser divulgada pela diretoria estrelada. No entanto, no dia 23 de fevereiro, o dirigente cruzeirense surpreendeu e anunciou o atacante Ronaldo, de 27 anos, como um dos reforços do time estrelado. Ele havia recebido a liberação do Palmeiras, onde havia construído sua história com os títulos brasileiros de 1972 e 1973.

Ronaldo era um jogador polivalente e atuava em todas as posições do ataque e a sua carreira foi marcada pelos gols decisivos.  Mais do que isso ele era primo do craque Tostão. Ambos haviam começado a carreira juntos, no infantil do Cruzeiro em 1962, mas Ronaldo se transferiu para o rival Atlético dois anos depois. No alvinegro foi campeão brasileiro de 1971.

Por causa do erro de uma funcionária da Confederação Brasileira do Desporto-CBD, Ronaldo não foi inscrito na primeira fase da Libertadores e só entrou na disputa a partir da segunda fase. O jogador foi extremamente importante na reta final da Libertadores e foi dele o passe para o gol de Eduardo, o segundo da vitória por 3 a 2 sobre o River Plate, na decisão do título. Foi ele também quem iniciou a briga com os jogadores argentinos, após o terceiro gol marcado por Joãozinho, para esfriar o ânimo do adversário e provocar a expulsão de um de seus jogadores.

Ronaldo Gonçalves Drummond nasceu em Belo Horizonte, no dia 2 de agosto de 1948. O atacante disputou 33 jogos e marcou 9 gols com a camisa cruzeirense. Foi campeão mineiro de 1975 (fase final disputada em 1976) e da Libertadores de 1976. Encerrou a carreira no time estrelado, em 1979, aos 31 anos.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A tri-artilharia de Ninão repleta de recordes históricos


Por Henrique Ribeiro

O atacante Ninão, que atuou na era Palestra do Cruzeiro, foi o primeiro tri-artilheiro de um campeonato regional em Minas. Entre 1928 e 1930 ele liderou o quadro de artilheiros com as impressionantes médias de 2,5 a 3 gols por jogo. Apenas Tostão, também do Cruzeiro, conseguiu a igualar a façanha de Ninão ao se tornar três vezes artilheiro consecutivamente de um campeonato. No entanto as outras marcas estabelecidas por Ninão são imbatíveis até os dias atuais.

O "tanque", como era chamado, por causa do estilo rompedor, começou a escrever o seu nome na história no Campeonato da Cidade de 1928. Ele encerrou a disputa com 43 gols marcados e tornou-se o maior artilheiro da história do campeonato. Como participou de 14 partidas, o atacante estabeleceu uma média de 3 gols por jogo. Uma marca inimaginável nos dias atuais.

O número de gols e a média ainda poderiam ter sido maiores se as partidas contra o Palmeiras, pelo turno, e contra o Guarany, pelo returno, tivessem acontecido. É que ambos os adversários comunicaram a Liga Mineira a entrega dos pontos dias antes dos jogos. E ainda teve a partida de estreia contra o Syrio, que o Cruzeiro goleou por 8 a 2, no Barro Preto. Neste jogo Ninão marcou três gols. No entanto, o time da colônia palestina da capital, desistiu de disputar o returno e saiu do Campeonato. Assim, seus jogos foram anulados e transformados em amistosos.

Ninão ainda deixaria outra marca exclusiva naquele campeonato. Ele marcou 10 gols na goleada de 14 a 0 sobre o Alves Nogueira, de Sabará, e tornou-se o maior artilheiro em uma só partida na história do futebol mineiro.

No ano seguinte, em 1929, Ninão repetiu a artilharia do Campeonato da Cidade. Marcou 33 gols em 13 jogos que participou e, novamente, estabeleceu uma alta média de 2,5 gols por partida.

Mais uma vez, o número de gols e a média só não foram maiores porque uma das partidas contra o Sport Calafate não aconteceu, porque o rubro negro do Prado desistiu de disputar o confronto pelo returno. Além, é claro, de uma disputa nos tribunais, pela vaga do acesso entre Palmeiras e Santa Cruz, que forçaram a decisão da Liga Mineira de colocá-los na disputa apenas no returno. Assim, o Cruzeiro só os enfrentou nesta fase do Campeonato.

No entanto, Ninão não deixaria por menos e estabeleceu uma façanha espetacular no Campeonato de 1929. Ele marcou gols em todos os jogos que participou!

Em 1930, o tanque palestrino concluiria a sua tri-artilharia. Ele tornou-se líder do quadro de goleadores do Campeonato da Cidade ao marcar 18 vezes em 7 partidas que participou. Uma média de 2,5 gols por jogo.

Aquele ano marcou a estreia do código de futebol que prometia acabar com a indisciplina dos jogadores nos gramados. Ninão foi a primeira vítima do novo documento. Na partida contra o Atlético, pelo turno, ele dirigiu ofensas ao árbitro que foram relatadas em súmula pelo delegado do jogo. O tanque recebeu a punição mais severa da temporada: suspensão de seis jogos.

Assim, o tanque ficou impedido de marcar seus gols nos jogos do turno contra o Guarany, America e Sete, e do returno, contra o Palmeiras, Sport Calafate e Villa Nova. Ninão retornou nas últimas três partidas, quando estava na quarta colocação da tabela de artilheiros. No entanto, marcou 9 gols nas partidas restantes e encerrou o campeonato como líder do quadro de goleadores.

Naquele campeonato, o confronto contra o Atlético, pelo returno, não aconteceu, porque o alvinegro abandonou a disputa na reta final em protesto contra a suspensão de dois jogos, do atacante Cunha, pelo código do futebol.

Os gols de Ninão no Campeonato de 1928

Turno
06/05 - 3 x 1 Villa Nova
[Ninão/3 (Cru); Carvalho (Vil)]
03/06 - 11 x 0 Sport Calafate
[Ninão/6, Bengala/4 e Zezinho]
17/06 - 14 x 0 Alves Nogueira
[Ninão/10, Bengala/3 e Zezinho]
08/07 - 9 x 1 Sete
[Bengala/4, Ninão/3 e Zezinho/2 (Cru); Ovídio (Set)]
05/08 - 6 x 4 América
[Ninão/4, Bengala e Zezinho (Cru); Sátiro 2, Cunha, Teixeira (Ame)]
12/08 - 11 x 1 Guarany
[Bengala/4, Ninão/4, Zezinho/2 e Nereu; Júlio (Gua)]
Returno
11/11 - 8 x 1 Alves Nogueira
[Bengala/4 e Ninão/4 (Cru); Belém (Alv)]
02/12 - 6 x 1 Sport Calafate
[Bengala/2, Ninão, Piorra, Zezinho e Eduardo-contra (Cru); Lalau (Spo)]
09/12 - 2 x 1 América
[Canhoto (Ame); Bengala e Ninão (Cru)]
16/12 - 2 x 2 Atlético
[Armandinho e Ninão (Cru); Dalmi e Said (Atl)]
23/12 - 11 x 1 Palmeiras
[Ninão/4, Bengala/4, Armandinho/2 e Zezinho; Paulino (Pal)]
06/01/1929 - 6 x 1 Villa Nova
[Bengala/4 e Ninão/2 (Cru); Carvalho (Vil)]

Os gols de Ninão no Campeonato de 1929

Turno
05/05 - 12 x 0 Alves Nogueira
[Ninão/5, Bengala/4, Zezinho/2 e Piorra]
26/05 - 7 x 2 Guarany
[Zezinho/3, Ninão/2, Bengala e Piorra (Cru); Brandão e Farinelli (Gua)]
09/06 - 3 x 1 Atlético
[Ninão/2 e Bengala]
23/06 - 3 x 0 Sport Calafate
[Bengala/2 e Ninão (Cru); Jairo (Atl)]
30/06 - 5 x 3 Sete
[Ninão/2, Armandinho, Bengala e Zezinho (Cru); Zé Maria/2 e Lelo (Set)]
07/07 - 3 x 0 América
[Ninão/2 e Bengala]
Returno
28/07 - 8 x 0 Palmeiras
[Ninão/4, Zezinho/2, Bengala e Carazo]
11/08 - 11 x 0 Alves Nogueira
[Ninão/3, Bengala/2, Carazo/2, Piorra/2, Nereu e Zezinho]
18/08 - 10 x 2 Santa Cruz
[Bengala/4, Carazo/3 e Ninão/3 (Cru); Articum e Walfrido (San)]
25/08 - 8 x 1 Guarany
[Ninão/4, Zezinho/3 e Carazo (Cru); Lauro (Gua)]
08/11 - 3 x 1 América
[Armandinho/2 e Ninão (Cru); Jorivê (Ame)]
17/11 - 5 x 2 Atlético
[Ninão/2, Armandinho, Bengala e Binga-contra (Cru); Jairo e Orlando (Atl)]
24/11 - 5 x 0 Sete
[Ninão/4 e Carazo]

Os gols de Ninão no Campeonato de 1930

Turno
20/04 - 11 x 0 Palmeiras
[Ninão/4, Bengala/4, Armandinho, Carazo e Pires]
27/04 - 6 x 0 Sport Calafate
[Ninão/4, Carazo e Niginho]
04/05 - 3 x 2 Villa Nova
[Bengala, Ninão e Pires (Cru); Lêra e Moore (Vil)]
Returno
03/08 - 8 x 0 Guarany
[Ninão/4, Bengala/2 e Carazo/2]
10/08 - 8 x 0 Sete
[Ninão/4, Carazo/3 e Armandinho]
31/08 - 2 x 0 América
[Ninão e Piorra]

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Geovanni


Por Henrique Ribeiro

Geovanni foi um dos ídolos da torcida cruzeirense que teve um sucesso meteórico em sua carreira. O atacante surgiu na base do Cruzeiro, como jogador de meio de campo, e rapidamente se destacou como uma das grandes promessas do futebol brasileiro. Com presença constante nas convocações para as seleções brasileiras de base despertou a atenção da torcida cruzeirense, quando foi deslocado para o ataque pelo técnico Toninho Barroso, durante as disputas do Campeonato Sulamericano e Mundial Sub-17 em 1997, em que o Brasil levantou o título em ambas as competições.

A partir dali sua chance no time principal passou a ser cobrada por torcedores, que entendiam que o clube estava revelando um novo fenômeno para o futebol. No entanto, foi no final da temporada de 1999, que Geovanni ganhou uma posição de titular no ataque estrelado. Suas principais características eram a velocidade e o arremate preciso para o gol. Não bastou alguns meses para se transformar num herói garoto, como é tradição no clube estrelado. Na decisão da Copa do Brasil de 2000, o atacante entraria para a história ao marcar, numa cobrança de falta, no último minuto de jogo, o gol da vitória sobre o São Paulo, por 2 a 1, no Mineirão, que significou o tricampeonato da competição. O lance foi apenas o desfecho de uma das finais mais dramáticas da história desta copa.

Geovanni seguiu a temporada como um das peças mais importantes do ataque cruzeirense e que acabou despertando a atenção dos clubes europeus. Em agosto de 2001, após participação de destaque na Taça Libertadores, foi negociado ao Barcelona, da Espanha, por US$ 18 milhões. A maior negociação de um jogador para o futebol estrangeiro em toda a história do Cruzeiro.

Após cinco anos na Europa, se desligou do Benfica e acertou o seu retorno ao Cruzeiro, em 29 de maio de 2006, para receber o maior salário do plantel. Esta última passagem não foi brilhante e o jogador rescindiu o contrato em 20 de junho de 2007.

Geovanni Deiberson Maurício nasceu em Acaiaca, MG, em 11 de janeiro de 1980. Ao todo disputou 185 jogos com a camisa cruzeirense e marcou 44 gols. Sagrou-se campeão invicto da Copa do Brasil de 2000, da Recopa Sulamericana de 1999, das Copas Sul Minas de 2001 e Centro Oeste de 1999, dos Campeonatos Mineiros de 1997 e 1998 e da Copa dos Campeões Mineiros de 1999.

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O tricampeonato da Taça Minas Gerais e a posse definitiva do troféu

Após derrotar o Atlético na decisão os jogadores cruzeirenses
dão a volta olímpica no Mineirão com a Taça Minas Gerais de 1983. 
No ano seguinte o time conquistaria a posse definitiva do troféu

Por Henrique Ribeiro

Um tricampeonato do Cruzeiro que representou a posse definitiva de um troféu foi o da Taça Minas Gerais. A sequência aconteceu entre os anos de 1982 e 1984 quando a Taça foi colocada em disputa nas fases classificatórias do Campeonato Mineiro.

O troféu foi instituído pela Federação Mineira em 1973 para ser disputado num torneio preliminar ao Campeonato Estadual. E o Cruzeiro foi o campeão da primeira edição. Segundo o regulamento, o time que conquistasse o troféu cinco vezes alternadas ou três consecutivas tornaria-se o detentor absoluto.

O Cruzeiro saiu na frente com o título de 1973. Em 1974, 1978 e 1981 a Taça não foi colocada em disputa. Em 1975, 1976 e 1979, o Atlético levantou o troféu. O Villa Nova faturou o troféu em 1977 e o Uberaba em 1980.

Em 1982 a taça foi colocada em disputa na primeira fase do Campeonato Mineiro, que teve 12 equipes participantes. Os times se enfrentaram em turno e returno e os 8 melhores colocados se classificaram para o octogonal final. O vencedor da fase levava um ponto de bônus para o octogonal.

O Cruzeiro levantou a taça na penúltima rodada com o empate em 1 a 1 com o Democrata, de Governador Valadares, que foi o suficiente para manter os três pontos de vantagem sobre o vice-líder Atletico. No entanto, na última rodada, o time estrelado comandado por Yustrich acabou derrotado pelo rival por 2 a 1, no Mineirão, com um gol de Toninho Cerezo. A torcida cruzeirense ocupou 95% dos espaços da arquibancada do estádio numa das maiores supremacias já vistas na história dos clássicos no estádio.

O time base campeão de 1982 teve a seguinte formação: Luiz Antônio, Celso Roberto, Zezinho Figueroa, Ozires e Luiz Cosme; Douglas, Eudes e Tostão; Carlinhos, Mauro e Jésum. O treinador foi Yustrich.

Em 1983, o Cruzeiro conquistaria novamente o troféu e, desta vez, num jogo decisivo contra o Atlético. A Taça Minas Gerais foi colocada em disputa no segundo turno da primeira fase, que teve a participação de 12 equipes. A Taça do Governador foi colocada em disputa no primeiro turno.

Cruzeiro e Atlético terminaram o segundo turno empatados em número de pontos e tiveram que realizar uma partida desempate em 9 de outubro, no Mineirão. Com um gol marcado por Carlinhos Sabiá, logo aos 10 minutos, o Cruzeiro levantou o título da Taça.

Naquele ano o time contou com a volta dos ídolos Palhinha e Joãozinho. O plantel campeão de 1983 teve a seguinte formação: Vitor, Alves, Zezinho Figueroa, Aílton e Luiz Cosme; Douglas, Palhinha e Eduardo; Carlinhos, Paulinho Batistote e Joãozinho. O treinador foi Orlando Fantoni.

A conquista definitiva da Taça Minas Gerais veio em 1984, quando o time estrelado levantou o troféu pela terceira vez consecutiva. Neste ano, a Taça foi colocada em disputa no primeiro turno do Campeonato Mineiro, que foi disputado por 14 equipes. Os quatro primeiros colocados se classificavam para uma fase semifinal em mata-mata e os vencedores disputaram o título da fase.

Apesar da campanha irregular, o time estrelado terminou o turno como líder, enquanto o rival Atlético sequer se classificou encerrando a fase na sexta colocação. Após eliminar o Villa Nova na semifinal, o Cruzeiro derrotou o América duas vezes na decisão e confirmou o tricampeonato consecutivo da Taça Minas Gerais e a sua posse definitiva.

O time base campeão de 1984 teve a seguinte formação: Vitor, Carlos Alberto, Eugênio, Aílton e Ademar; Douglas, Tostão (Palhinha) e Eduardo; Carlinhos, Carlos Alberto Seixas e Joãozinho. Os treinadores foram Oswaldo Brandão e João Francisco.

TAÇA MINAS GERAIS DE 1982
PRIMEIRA FASE DO CAMPEONATO MINEIRO

Turno
10/07 - 2 x 2 Democrata-SL
[Abel, Tostão (Cru); Dinei, Larri (Dem)]
15/07 - 2 x 1 Democrata-GV
[Eudes, Tostão (Cru); Jairo (Dem)]
18/07 - 0 x 0 Uberlândia
21/07 - 0 x 0 Guarani
24/07 - 1 x 0 Uberaba
[Gilvan-contra (Cru)]
28/07 - 2 x 1 Tupi
[Ronaldo (Tup); Édson, Tostão (Cru)]
01/08 - 2 x 0 Caldense
[Luiz Carlos Oliveira, Tostão (Cru)]
02/09 - 1 x 0 Valerio
[Celso Roberto (Cru)]
05/09 - 0 x 0 Atletico
07/09 - 0 x 0 Villa Nova
09/09 - 2 x 1 America
[Celso Roberto, Eudes (Cru); Luiz Carlos Gaúcho (Ame)]

Returno
12/09 - 1 x 1 Valerio
[Luiz Carlos (Val); Eudes (Cru)]
16/09 - 4 x 0 Tupi
[Tostão/2, Zezinho Figueroa, Simão-contra (Cru)]
19/09 - 1 x 0 Villa Nova
[Mauro (Cru)]
22/09 - 1 x 1 Democrata-SL
[Rogério (Dem); Mauro (Cru)]
26/09 - 3 x 0 Caldense
[Eduardo, Eudes, Tostão (Cru)]
30/09 - 2 x 2 Uberlandia
[Tostão/2 (Cru); Paulo Borges, Péricles (Ubl)]
03/10 - 2 x 0 Guarani
[Mauro, Tostão (Cru)]
07/10 - 1 x 1 Uberaba
[Celso Sá (Ubr); Sávio (Cru)]
10/10 - 2 x 1 America
[Sávio, Tostão (Cru); Paulinho (Ame)]
12/10 - 1 x 1 Democrata-GV (jogo do título)
[Giba (Dem); Sávio (Cru)]
17/10 - 1 x 2 Atletico
[Bira, Toninho Cerezo (Atl); Sávio (Cru)]

Quem marcou gols: Tostão (11), Eudes e Sávio (4), Mauro (3), Celso Roberto (2), Édson, Eduardo, Luiz Carlos Oliveira e Zezinho Figueroa (1)

Quem jogou: Luiz Antônio (19), Gomes (4), Bocaiúva (1); Celso Roberto (17), Chiquito (9) e Luiz Cosme (22); Zezinho Figueroa (18), Abel (1), Ozires (22), Eugênio (1); Geraldo (11), Eudes (16), Douglas (14), Eduardo (12), Tostão (20); Carlinhos (8), Ivan (5), Édson (9), Paulinho (5), Rubens (1), Fernando Macaé (1), Ricardo (4), Sávio (4), Mauro (20), Luiz Carlos Oliveira (7), Edu Lima (10), Jesum (16)

Classificação: 1-Cruzeiro (32), 2-Atletico (31), 3-Uberlandia (31), 4-Villa Nova (24), 5-Democrata-GV (22), 6-America (21), 7-Uberaba (21), 8-Guarani (19), 9-Democrata-SL (19), 10-Caldense (17), 11-Tupi (16), 12-Valerio (11)

Quadro de artilheiros:
1-Tostão (Cruzeiro) e Reinaldo (Atletico) / 11
3-Binga (Uberaba)/ 9
4-Simões (Uberaba)/ 8
5-Formiga (Tupi) e Paulo Borges (Uberlândia)/ 7
7-Jairo (Democrata-GV), Péricles (Uberlândia)/ 6
9-Paulinho (America), Bira (Atletico) e Zé Carlos (Valerio)/ 5

TAÇA MINAS GERAIS DE 1983
SEGUNDO TURNO DO CAMPEONATO MINEIRO
14/08 - 2 x 0 Villa Nova
[Edmar 2 (Cru)]
21/08 - 4 x 1 Democrata-GV
[Joãozinho 2, Edmar, Tostão (Cru); Gaúcho (Dem)]
28/08 - 2 x 0 Democrata-SL
[Carlinhos, Eduardo (Cru)]
31/08 - 1 x 1 Nacional
[Givaldo (Nac); Mauro (Cru)]
04/09 - 3 x 1 Uberaba
[Nei (Ubr); Eduardo, Joãozinho, Paulinho Batistote (Cru)]
07/09 - 0 x 0 Uberlândia
11/09 - 3 x 0 Valerio
[Ailton, Alves, Joãozinho (Cru)]
18/09 - 1 x 1 America
[Almir (Ame); Ailton (Cru)]
22/09 - 3 x 0 Caldense
[Carlinhos, Douglas, Tostão (Cru)]
25/09 - 1 x 0 Guarani
[Palhinha (Cru)]
02/10 - 2 x 2 Atletico
[Carlinhos, Palhinha (Cru); Heleno, Paulinho (Atl)]

DECISÃO
09/10 - 1 x 0 Atletico
[Carlinhos (Cru)]

Quem marcou gols: Carlinhos e Joãozinho (4), Edmar (3), Ailton, Eduardo, Palhinha e Tostão (2), Alves, Douglas, Paulinho Batistote (1)

Quem jogou: Vítor (10) e Gomes (2); Zezinho Figueroa (12), Eugênio (4) e Ailton (12); Alves (9), Celso Roberto (2), Carlos Alberto (1), Ademar (2) e Luiz cosme (10); Douglas (12), Palhinha (11), Orlando (5), Mauro (5), Tostão (5) e  Eduardo (10); Paulinho Batistote (12), Carlinhos (11), Edmar (2), Ivan (1), Geraldinho (2), Edu Lima (3) e Joãozinho (10).

Classificação: 1-Cruzeiro (18), 2-Atletico (18), 3-America (14), 4-Valerio (12), 5-Uberlândia (12), 6-Villa Nova (12), 7-Uberaba (10), 8-Democrata-GV (8), 9- Nacional (8), 10-Democrata-SL (8), 11-Guarani (7), 12-Caldense (5)

Quadro de artilheiros:
1-Formiga, Paulinho (Atletico)/ 5
3-Carlinhos, Joãozinho (Cruzeiro) e Naldo (Valerio)/ 4
6-Adilson, Almir (America), Edmar (Cruzeiro), Jairo (Democrata-GV), Gilson (Guarani), Paulo Luciano (Uberlandia), Nei (Uberaba), Osmar (Villa Nova)/ 3

TAÇA MINAS GERAIS DE 1984
PRIMEIRO TURNO DO CAMPEONATO MINEIRO
03/06 - 4 x 2 Guarani
[Seixas/2, Palhinha, Tostão (Cru); Alisson, Carlinhos (Gua)]
09/06 - 1 x 0 America
[Tostão (Cru)]
24/06 - 0 x 3 Uberlândia
[Geraldo Touro, Sérgio Ramos, Vivinho (Ubl)]
01/07 - 2 x 1 Uberaba
[Eduardo, Tostão (Cru); Netinho (Ubr)]
08/07 - 0 x 3 Democrata-GV
[Jairo, Paulo Roberto, Rubinho (Dem)]
15/07 - 3 x 0 Caldense
[Eduardo, Joãozinho, Seixas (Cru)]
22/07 - 2 x 0 Villa Nova
[Quirino, Tostão (Cru)]
29/07 - 1 x 0 Atletico
[Luizinho-contra (Cru)]
05/08 - 1 x 0 Valerio
[Seixas (Cru)]
12/08 - 1 x 1 Democrata-SL
[Rogério (Dem); Seixas (Cru)]
02/09 - 3 x 0 Tupi
[Joãozinho 2, Seixas (Cru)]
09/09 - 1 x 0 Nacional
[Carlinhos (Cru)]

SEMIFINAL
12/09 - 1 x 1 Villa Nova
[Erivelto (Vil); Carlinhos (Cru)]
16/09 - 3 x 2 Villa Nova
[Ademar, Eduardo, Tostão (Cru); Elísio, Osmar (Vil)]

FINAL
19/09 - 2 x 1 America
[Almir (Ame); Carlinhos, Seixas (Cru)]
23/09 - 2 x 1 America
[Seixas 2 (Cru); Adilson (Ame)]

Quem marcou gols: Seixas (9), Tostão (5), Carlinhos e Eduardo (3), Ademar, Joãozinho, Palhinha e Quirino (1)

Quem jogou: Vitor (13) e Ademir (4); Carlos Alberto (12), Luiz Cosme (11), Ismar (1) e Ademar (17); Eugenio (10), Evandro (4), Geraldão (5), Ailton (16); Douglas (16), Orlando (2), Palhinha (13), Arildo (9), Tostão (16) e Eduardo (17); Carlinhos (12), Maninho (1), Quirino (2), Seixas (16), Edu Lima (1), Geraldinho (3) e Joãozinho (12).

Quadro de artilheiros:
1-Seixas (Cruzeiro)/ 9
2-Almir (America)/ 8
3-Sérgio Ramos (Uberlandia)/ 7
4-Carlinhos (Guarani)/ 6
5-Jairo (Alfenense), Roberto Biônico (Atletico), Tostão (Cruzeiro), Rogerio (Democrata-SL)/ 5
6-Adilson (America), Nelinho (Atletico), Paulo César (Guarani), Vivinho (Uberlandia), Elísio (Villa Nova)/4

Classificação:
1-Cruzeiro (27), 2-America (19), 3-Guarani (18), 4-Villa Nova (17), 5-Uberlândia (15), 6-Atletico (14), 7-Democrata-SL (14), 8-Tupi (13), 9-Uberaba (12), 10-Democrata-GV (11), 11-Alfenense (10), 12-Nacional (10), 13-Caldense (9), 14-Valerio (5)

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Édson


Por Henrique Ribeiro

O ponta esquerda Édson foi um dos mais hábeis, velozes e eficientes ponta-esquerdas que já vestiram a camisa estrelada. Baixinho e valente, o atacante teve uma trajetória marcante com a camisa estrelada na transição entre as décadas de 1980 e 90 e foi um dos grandes ídolos da china azul.

O jogador foi contratado pelo Cruzeiro em 17 de janeiro de 1986. No ano anterior, o atacante havia participado da conquista histórica do Campeonato Brasileiro pelo Coritiba, mas a diretoria paranaense promoveu um desmanche no plantel campeão. Assim, Édson e o atacante Gil vieram para o Cruzeiro envolvidos na troca pelo meia Tostão II.

Além da eficiência nos cruzamentos, Édson também se notabilizava pelos gols de cabeça, apesar de seus 1,69 m de altura. O jogador creditava seus gols aos ensinamentos do treinador Ênio Andrade com quem aprendeu o posicionamento na área para os arremates nas bolas áreas para compensar a sua baixa estatura e a concorrência com os zagueirões.

Fez parte de um pacote de boas contratações da diretoria cruzeirense no início de 1986, que ainda incluiu o lateral Balu, o zagueiro Gilmar Francisco, o volante Ademir, o meia Heriberto e o atacante Hamilton. Aquele time contribuiu para resgatar o orgulho da torcida cruzeirense e do próprio clube, após com um longo período de participações negativas nos campeonatos estaduais e nacionais.

Com Édson, o time cruzeirense passou a disputar as fases decisivas dos Campeonatos Brasileiros e retornou as conquistas dos campeonatos estaduais. Foi do atacante a cobrança de escanteio, com efeito, que encobriu o goleiro atleticano Rômulo, e terminou com o arremate de cabeça do atacante Careca, na vitória por 1 a 0, na decisão estadual de 1990, que deu o título ao time estrelado.

Em janeiro de 1991 foi negociado ao Internacional encerrando a sua primeira passagem pelo clube. Retornou ao time estrelado em maio de 1992, onde participaria, como reserva, do "time dos sonhos", que conquistou a Supercopa. No ano seguinte se transferiu para o Fortaleza, onde encerrou a carreira.

A trajetoria de Édson com a camisa azul também foi marcada pelas sérias contusões. Durante a partida contra o Argentinos Juniors, no Mineirão, pela Supercopa de 1988, rompeu o tendão de aquiles que o afastou por sete meses naquela temporada. Ao retornar do Inter foi submetido a uma cirurgia no menisco do joelho esquerdo, além de outras contusões musculares, que encerraram a sua carreira aos 33 anos.

Édson Gonzaga Alves Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de janeiro de 1960. Disputou 218 jogos com a camisa cruzeirense e marcou 46 gols. Sagrou-se campeão da Supercopa de 1992 e dos Campeonatos Mineiros de 1987, 1990 e 1992.

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tostão o tri-artilheiro estadual da era Mineirão


Por Henrique Ribeiro

O genial Tostão, que foi um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, tem uma marca pouco conhecida pela nação cruzeirense. Ele foi o único tri-artilheiro do Campeonato Mineiro da era Mineirão (desde 1965). Tusta foi o único atacante a se consagrar por três vezes consecutivas o goleador máximo do estadual.

A façanha do "Tusta" foi nas campanhas dos títulos de 1966 a 1968, quando o Cruzeiro completou o tetracampeonato estadual. Mais do que a tri-artilharia, o que chama a atenção é a média de gol do atacante cruzeirense. No Campeonato Mineiro de 1966, Tostão sagrou-se o goleador máximo da competição, ao marcar 18 gols em 17 jogos que participou. Média de um gol a cada jogo. Poderia ter sido maior, se o craque cruzeirense tivesse participado das quatro primeiras partidas do turno contra Uberlândia, Formiga, Siderúrgica e Renascença e também do clássico contra o América, no returno.

No ano seguinte, Tostão encerraria o campeonato estadual, novamente, no posto máximo do quadro de goleadores com 20 gols marcados em 20 jogos que participou. O camisa 8 estrelado repetiu a média de um gol a cada partida, que também poderia ter sido maior, se não tivesse ficado de fora dos jogos contra o Usipa, no turno, e contra o Villa Nova, Valerio e Formiga, no returno. Sem contar o clássico contra o Atlético, no returno, quando deixou o jogo contundido, logo aos cinco minutos.

Em 1968, o Cruzeiro conquistaria o tetracampeonato estadual e Tostão a tri-artilharia do estadual. Foi o único da série que o goleador disputou todas as 22 partidas. Desta vez marcou 20 gols e não repetiu a média de um gol por jogo.

Campeonato Mineiro de 1966

Turno
21/08 - 3 x 2 Democrata
[Tostão/2, Batista (Cru); Paulão/2 (Dem)]
28/08 - 2 x 1 Valerio
[Piazza, Tostão (Cru); Turcão (Val)]
04/09 - 6 x 3 Uberaba
[Evaldo/2, Natal, Piazza, Tostão, Zé Carlos (Cru); Valter/3 (Ubr)]
11/09 - 5 x 1 America
[Tostão/3, Evaldo, Natal (Cru); Mosquito (Ame)]
18/09 - 2 x 0 Atletico
[Natal, Tostão (Cru)]
Returno
02/10 - 3 x 0 Formiga
[Dirceu Lopes, Evaldo, Tostão (Cru)]
15/10 - 4 x 1 Renascença
[Dirceu Lopes, Natal, Piazza, Tostão (Cru); Pelado (Ren)]
30/10 - 6 x 3 Villa Nova
[Dirceu Lopes/2, Natal/2, Evaldo, Tostão (Cru); Paulinho/2, Canavieiras (Vil)]
06/11 - 9 x 0 Nacional
[Tostão/4, Dirceu Lopes/3, Evaldo, Natal (Cru)]
13/11 - 4 x 1 Uberlândia
[Evaldo/2, Dirceu Lopes, Tostão (Cru); Castilho (Ubl)]
27/11 - 4 x 0 Uberaba
[Tostão/2, Dirceu Lopes, Evaldo (Cru)]

Quadro de goleadores: 
1-Tostão/ 18
2-Dirceu Lopes (Cruzeiro)/ 17
3-Evaldo (Cruzeiro) e Paulinho Cai-Cai (Villa Nova)/ 14
5-Samuel (America), Roberto Mauro (Atletico), Natal (Cruzeiro) e Turcão (Valerio)/ 11
9-Valter (Uberaba)/ 10
10-Nilo (America)/ 9

Campeonato Mineiro de 1967

Turno
15/07 - 6 x 2 Valério
[Natal/2, Tostão/2, Dirceu Lopes, Evaldo (Cru); Edinho, Nerival (Val)]
19/07 - 5 x 0 Democrata
[Tostão/3, Evaldo/2]
23/07 - 3 x 1 Formiga
[Henrique Frade (For); Tostão/2, Dirceu Lopes (Cru)]
12/08 - 5 x 1 Villa Nova 
[Natal/2, Tostão/2, Evaldo (Cru); Noventa (Vil)]
19/08 - 4 x 0 Araxá
[Evaldo/2, Natal, Tostão]
Returno
01/10 - 2 x 0 Uberlândia
[Tostão/2]
05/10 - 4 x 0 Uberaba
[Tostão/2, Dirceu Lopes, Evaldo]
29/10 - 4 x 0 Democrata
[Tostão/2, Evaldo, Natal]
19/11 - 6 x 1 Usipa
[Piazza/2, Tostão/2, Evaldo, Zé Carlos (Cru); Alemão (Usi)]
09/12 - 4 x 1 Nacional
[Zé Carlos/2, Natal, Tostão (Cru); Oldack (Nac)]
Decisão
21/01/1968 - 3 x 0 Atletico
[Dirceu Lopes, Evaldo, Tostão)

Quadro de goleadores: 
1-Tostão /20
2-Evaldo (Cruzeiro)/ 17
3-Laci (Atlético)/ 13
4-Natal (Cruzeiro)/ 12
5-Ronaldo (Atletico), Ferreira (Uberlandia), Nerival (Valerio)/ 11
8-Zé Carlos (America), Nato (Araxa), Osmar (Formiga) e Paulinho Cai-Cai (Villa Nova) /10

Campeonato Mineiro 1968

Turno
24/03 - 6 x 0 Uberlândia
[Evaldo/2, Dirceu Lopes, Natal, Procópio, Tostão]
31/03 - 3 x 2 Uberaba
[Tostão/2, Natal (Cru); Juca, Sapucaia (Ubr)]
19/04 - 4 x 0 Usipa
[Tostão/3, Rodrigues]
27/04 - 3 x 1 Araxá
[Rodrigues, Tostão, Zé Carlos (Cru); Paulinho (Arx)]
04/05 - 10 x 0 Independente
[Tostão/4, Natal/3, Rodrigues/2, Evaldo]
19/05 - 2 x 2 Formiga
[Tostão/2 (Cru); Cristovão, Sudaco (For)]
26/05 - 5 x 1 Villa Nova
[Evaldo/3, Dirceu Lopes, Tostão (Cru); Raimundo (Vil)]
02/06 - 2 x 1 Atletico
[Rodrigues, Tostão (Cru); Vaguinho (Atl)]
Returno
31/07 - 2 x 0 Uberaba
[Evaldo, Tostão]
15/08 - 3 x 0 Independente
[Evaldo, Natal, Tostão]
21/08 - 3 x 0 Democrata
[Darci, Dirceu Lopes, Tostão]
28/08 - 5 x 1 Valério
[Evaldo/2, Tostão/2, Natal (Cru); Turcão (Val)]

Quadro de goleadores: 
1-Tostão/ 20
2-Ferreira (Uberlândia)/ 19
3-Evaldo (Cruzeiro)/ 15
4-Cristovão (Formiga)/ 12
5-Milton (Valério)/ 10
6-Nato (Araxá)/ 7
7-Vaguinho (Atlético), Natal (Cruzeiro), Batista, Osmar e Paulinho Cai-Cai (Villa Nova), Oldair e Tião (Atlético), Dirceu Lopes e Rodrigues (Cruzeiro), Sudaco (Formiga) e Valtinho (Uberaba) /6

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Yustrich, o "homão"


Por Henrique Ribeiro

Yustrich, o "homão", foi um dos treinadores mais modernos e polêmicos de seu tempo. Foi o primeiro técnico do futebol brasileiro a introduzir treinamentos específicos para os goleiros e a valorizar a alimentação e os cuidados médicos dos atletas, quando promovia verdadeiras reformas nos centros de treinamentos dos clubes por onde passou. Pela disciplina no plantel não abdicava do uso da força e chegou, muitas vezes, a agredir atletas insurgentes de seu próprio time. Andava armado e encarava qualquer briga. Por outro lado era considerado um paizão pelos atletas, quando batia de frente com dirigentes em defesa do plantel. Pelo corpanzil de ex-goleiro ganhou o apelido de "homão".

Teve três passagens pelo Cruzeiro, sendo as duas primeiras de forma polêmica, como era de seu costume. A primeira foi em 1972. Acertou contrato com o clube estrelado, no dia 21 de fevereiro, enquanto o time excursiovava pelo exterior sob o comando de Orlando Fantoni, que mal sabia estar sendo dispensado pela diretoria cruzeirense.

O fato só chegou ao conhecimento dos atletas no dia 7 de março, através da imprensa, e acabou provocando a saída do ídolo Tostão, que não se conformou com as justificativas apresentadas pela diretoria estrelada de que faltava um comandante para dar mais disciplina a equipe. Por outro lado, o goleiro Raul, que havia ganhado a sua "liberação" do clube na justiça, resolveu permanecer no Cruzeiro. O goleiro acreditava que, com os treinamentos específicos para goleiros coordenados por Yustrich, recuperaria a sua forma técnica e retornaria a Seleção Brasileira.

A primeira passagem de Yustrich durou apenas 101 dias. Após a vitória sobre a Caldense, em Poços de Caldas, por 1 a 0, pela 2ª fase do Campeonato Mineiro, no dia 16 de julho, o treinador discutiu acirradamente com o vice-presidente de futebol, Carmine Furletti, nos vestiários do estádio Cristiano Osório e foi demitido. Foram ao todo 20 jogos sob o seu comando com 9 vitórias e 11 empates.

Retornou ao clube estrelado, em 15 de janeiro de 1977. Na ocasião, Yustrich passava por dificuldades financeiras e aceitou comandar o time B e o plantel júnior do clube. Com a saída de Zezé Moreira, após a derrota para o Atlético, no Campeonato Mineiro, assumiu o comando da equipe, que sofria um processo de reformulação no plantel.

Nesta passagem Yustrich se desentendeu com a maioria dos jogadores e com o preparador físico Antônio Lacerda. Seu esquema tático sofreu a resistência dos atletas. O presidente Felício Brandi teve que intervir por duas vezes e durante a decisão do Estadual de 1977 e trouxe o ex-zagueiro Procópio para arrumar o esquema do time nos clássicos contra o Atlético. Sobre Yustrich, o presidente Felício dizia: “é um ótimo treinador, desde que devidamente controlado”.

Ainda assim, o "homão" comandou a equipe na conquista do Campeonato Mineiro de 1977, na decisão histórica contra o Atlético, e às finais da Taça Libertadores em que acabou perdendo o título na disputa de tiros livres para o Boca Juniors.

Após a goleada sofrida para o Remo e o empate contra o Fast Club, pelo Campeonato Brasileiro, a diretoria convocou o homão para uma reunião, no dia 19 de novembro e Yustrich, para que o treinador explicasse o mau rendimento físico dos jogadores nas partidas. Assim que chegou a sala da sede clube, pela primeira vez em sua carreira, entregou o cargo. Saiu disparando acusações contra os jogadores  chamando-os de "cafajestes" e o presidente Felício Brandi de tê-lo "tirado de uma cova rasa para jogá-lo numa cova funda". Foram 29 jogos sob o seu comando com 17 vitórias, 7 empates e 5 derrotas.

Em 1982, Yustrich foi contratado durante a disputa da 2a fase do Campeonato Brasileiro para substituir o treinador Brito. Ainda magoado com as declarações de Yustrich, após sua saída em 1977, o lateral direito Nelinho, pediu sua dispensa do clube.

Esta foi a melhor passagem do homão pelo Cruzeiro. Sob o seu comando o time estrelado realizou uma excursão vitoriosa a  Espanha, quando retornou com a conquista dos torneios de Santander, Valladolid e Zaragoza e ainda conquistou a Taça Minas Gerais. Ao todo foram 56 jogos com 27 vitórias, 22 empates, 7 derrotas.

Dorival Kneippel nasceu em Corumbá-MS, em 28 de setembro de 1917 e faleceu em Belo Horizonte, em 15 de fevereiro de 1990. Ao todo comandou o time estrelado em 105 jogos com 53 vitórias, 40 empates e 12 derrotas e conquistou os títulos dos Campeonatos Mineiros de 1972 e 1977, da Taça Minas Gerais de 1982, além do vicecampeonato da Libertadores de 1977.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tricampeão da Cidade de 1928/29/30


Por Henrique Ribeiro

O primeiro tri conquistado pelo Cruzeiro foi em 1930, quando o clube ainda se chamava Palestra Itália. Na ocasião, o time palestrino levantou por três vezes consecutivas o Campeonato da Cidade. Foi a consagração do futebol "homogêneo", de um time sem jogadores excepcionais, mas disciplinados taticamente sob a batuta do treinador Matturio Fabbi, o "capuccino rosso".

Foi um tri marcado por recordes históricos, que permanecem até os dias atuais. Aquele time cruzeirense é o único do futebol mineiro a conquistar o Campeonato duas vezes consecutivas vencendo todas as partidas que disputou. A façanha foi nos anos de 1929 e 1930.

No ano de 1928 o time cruzeirense marcou 91 gols em 14 jogos. Esta é a maior marca de um ataque em toda a história dos campeonatos mineiros. Uma média incrível de 6,5 gols por jogo!

Foi uma campanha repleta de goleadas sobre os adversários com destaque para os 14 a 0 sobre o Alves Nogueira, de Sabará, no estádio do Barro Preto, em 17 de junho de 1928. É a maior goleada da história dos campeonatos mineiros.

O time base da conquista que jogava no único esquema tático existente no futebol naquele período, o 2-3-5, teve a defesa formada pelo goleiro Geraldo, mais os zagueiros Nereu e Rizzo; a linha média com Bento, Pires e Nininho; e a linha de ataque composta por Piorra, Carazo, Ninão, Bengala e Armandinho. Matturio Fabbi foi o treinador em toda a campanha do tri e o zagueiro Rizzo, o capitão.

A CAMPANHA DE 1928

Turno
06/05 - 3 x 1 Villa Nova
03/06 - 11 x 0 Sport Calafate
17/06 - 14 x 0 Alves Nogueira
08/07 - 9 x 1 Sete
05/08 - 6 x 4 América
12/08 - 11 x 1 Guarany
02/09 - 0 x 2 Atlético
09/09 - Wo x 0 Palmeiras
Returno
11/11 - 8 x 1 Alves Nogueira
25/11 - 2 x 2 Sete
02/12 - 6 x 1 Sport Calafate
09/12 - 2 x 1 América
16/12 - 2 x 2 Atlético
23/12 - 11 x 1 Palmeiras
30/12 - Wo x 0 Guarany
06/01/1929 - 6 x 1 Villa Nova (jogo do título)

Classificação final: 1-Cruzeiro (28), 2-Atlético (27), 3-America (24), 4-Villa Nova (20), 5-Sete (17), 6-Sport Calafate (13), 7-Alves Nogueira (9), 8-Guarany (4) e 9-Palmeiras (2)
Quem jogou:
Geraldo (5) e Albino (8); Nereu (14) e Rizzo (13) e Para-Raio (1); Morganti (14), Osti (12) e Nininho (15); Piorra (14), Gutierrez (1), Ninão (15), Zezinho (14), Malleta (1), Bengala (15), Morgantinho (7) e Armandinho (8)
Quem marcou gols:
Ninão (43), Bengala (31), Zezinho (11), Armandinho (3), Nereu e Piorra (1)

1) o Villa Nova e o Alves Nogueira cumpriam uma punição por terem abandonado o returno de 1927 e disputaram todas as partidas do Campeonato de 1928 na capital. O estádio do Barro Preto foi o único oficial para a disputa de jogos do Campeonato em todo o turno da competição. Recém construído, o estádio da Alameda, do America, sediou algumas partidas do returno. Assim, o Cruzeiro disputou apenas uma partida fora do estádio do Barro Preto, contra o América, em 9 de dezembro.
2) o Syrio abandonou o Campeonato após o fim do turno e, portanto, seus jogos foram anulados e transformados em amistoso. O Cruzeiro havia vencido o Syrio na rodada inaugural por 8 a 2.
3) Por insuficiência de atletas, o Palmeiras e Guarany comunicaram a Liga Mineira a entrega dos pontos das partidas contra o Cruzeiro.
4) a exceção do Villa Nova e do Alves Nogueira, todas as equipes eram de Belo Horizonte.

A CAMPANHA DE 1929

Turno
05/05 - 12 x 0 Alves Nogueira
26/05 - 7 x 2 Guarany
09/06 - 3 x 1 Atlético
23/06 - 3 x 0 Sport Calafate
30/06 - 5 x 3 Sete
07/07 - 3 x 0 América
Returno
28/07 - 8 x 0 Palmeiras
11/08 - 11 x 0 Alves Nogueira
18/08 - 10 x 2 Santa Cruz
25/08 - 8 x 1 Guarany
22/09 - Wo x 0 Sport Calafate
08/11 - 3 x 1 América
17/11 - 5 x 2 Atlético (jogo do título)
24/11 - 5 x 0 Sete

Classificação final: 1-Cruzeiro (28), 2-Atletico (22) e America (22), 4-Sete (15), 5-Alves Nogueira, Guarany e Santa Cruz (6), 8-Sport Calafate e Palmeiras (5)
Quem jogou:
Geraldo (9) e Armando (4); Nereu (12), Para-raio (1), Bilu (1) e Rizzo (12); Bento (13), Pires (13), Cicarelinho (1), Caramatti (3) e Nininho (10); Piorra (13), Carazo (7), Dunga (1), Niginho (1), Ninão (13), Bengala (11), Vignoli (1) e Armandinho (9)
Quem marcou gols:
Ninão (33), Bengala (17), Zezinho (12), Carazo (8), Armandinho (5), Piorra (4), Dunga (2), Nereu (1)

1) todas as partidas foram disputadas no estádio do Barro Preto, à exceção do clássico contra o Atlético, disputado no estádio de Lourdes, e contra o América, na Alameda. Ambos foram pelo turno.
2) apenas o Cruzeiro concordou em enfrentar o Villa Nova, em Nova Lima. Com a recusa dos demais times, o Villa desistiu de disputar o Campeonato.
3) Santa Cruz, campeão da Serie B, e Palmeiras, ultimo colocado da série A, ambos de 1928, disputaram uma partida eliminatória por uma vaga no Campeonato de 1929. Devido aos recursos no tribunal, a Liga classificou ambos para o Campeonato, mas a partir da disputa do returno.
4) Por insuficiência de atletas, o Sport Calafate comunicou a Liga Mineira a entrega dos pontos da partida contra o Cruzeiro.
5) a exceção do Alves Nogueira, todas as equipes eram de Belo Horizonte.

A CAMPANHA DE 1930

Turno
20/04 - 11 x 0 Palmeiras
27/04 - 6 x 0 Sport Calafate
04/05 - 3 x 2 Villa Nova
31/05 - 2 x 1 Atlético
08/06 - 3 x 0 Guarany
15/06 - 4 x 1 América
29/06 - 3 x 1 Sete
Returno
13/07 - 12 x 0 Palmeiras
20/07 - 3 x 1 Sport Calafate
27/07 - 5 x 1 Villa Nova
03/08 - 8 x 0 Guarany
10/08 - 8 x 0 Sete (jogo do título)
31/08 - 2 x 0 América

Classificação final: 1-Cruzeiro (28), 2-America (20), 3-Atletico e Villa Nova (16), 5-Sete (11), 6-Sport Calafate (10), 7-Guarany (7) e 8-Palmeiras (4)
Quem jogou:
Geraldo (8) e Catalano (5); Nereu (13) e Rizzo (13); Bento (12), Pires (13), Ceroula (1), Cicarelinho (1) e Nininho (12); Piorra (13), Pantuzzo (1), Carazo (12), Calixto (1), Niginho (4), Malleta (2), Ninão (7), Bengala (12), Jaime (1), Mariano (1) e Armandinho (11)
Quem marcou gols:
Ninão (18), Bengala (16), Carazo (13), Malleta (7), Nininho (4), Pires, Niginho e Piorra (3), Armandinho (2), Calixto (1)

1) todas as partidas foram disputadas no estádio do Barro Preto, à exceção do jogo contra o Villa Nova, disputado no estádio do Bonfim, e contra o Atlético, em Lourdes, ambos pelo turno. E no returno, contra o America, na Alameda
2) o Atlético abandonou a disputa do Campeonato a algumas rodadas do fim do returno e por isso não houve o confronto contra o Cruzeiro, que ganhou os pontos.
3) a exceção do Villa Nova, todas as equipes eram de Belo Horizonte.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Carlinhos Sabiá


Por Henrique Ribeiro

Carlinhos, ou melhor, Carlinhos Sabiá, foi um dos pontas direitas mais habilidosos do futebol brasileiro na década de 1980.  Surgiu nas categorias de base do clube estrelado na posição de armador e chegou ao time profissional em 1978, onde passou a ser improvisado na ponta direita. Com o afastamento de Eduardo, ganhou a posição de titular durante a disputa do Campeonato Mineiro de 1980. Oportunista, veloz e driblador era ao lado de Tostão II e Joãozinho um dos articuladores das jogadas do time cruzeirense.

Em sua trajetória com a camisa azul, Carlinhos marcou gols decisivos como o da conquista da Taça Minas Gerais de 1983. Foi dele o tento da vitória por 1 a 0 sobre o Atlético, no Mineirão, em 9 de outubro, que representou o terceiro título do troféu para o clube estrelado. No ano seguinte, marcou dois gols da goleada por 4 a 0, sobre o rival, no primeiro jogo da decisão do segundo turno do Campeonato Mineiro de 1984, em 5 de dezembro. Mesmo com a derrota por 1 a 0, no segundo jogo, em 9 de dezembro, o Cruzeiro garantiu o título da fase com o placar agregado de 4 a 1. O time estrelado já havia vencido o primeiro turno numa decisão com o América e com a conquista do segundo turno garantiu o título estadual.

Carlos Alberto Isidoro nasceu em Belo Horizonte no dia 25 de março de 1959. Deixou o clube, em 21 de janeiro de 1986, ao ser emprestado ao Flamengo, numa negociação que envolveu a vinda do ponta esquerda Elder para o Cruzeiro. Carlinhos Sabiá fez 302 jogos com a camisa cruzeirense e marcou 60 gols.

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domingo, 6 de outubro de 2013

Cruzeiro pode tornar-se o maior líder do Brasileiro da era dos pontos corridos

Foto: Washington Alves

Por Henrique Ribeiro

O Cruzeiro enfrenta o São Paulo nesta quarta-feira, no Mineirão, em busca de mais uma marca histórica no Campeonato Brasileiro. O time estrelado pode obter a maior soma de rodadas na liderança do Brasileirão desde 2003, quando o sistema de pontos corridos foi adotado na competição. Atualmente, o Cruzeiro soma um total de 67 rodadas e divide a marca com o São Paulo. Uma vitória, justamente, sobre o tricolor paulista, nesta quarta-feira, deixa o Cruzeiro dono absoluto de mais uma marca histórica na competição.

Até o momento o time estrelado liderou 15 das 26 rodadas do Brasileiro de 2013. No entanto, com a goleada por 4 a 1 sobre o Náutico, neste domingo, em Recife, o time estrelado manteve a vantagem de 11 pontos sobre o vice-líder Grêmio e o resultado garantiu o topo da tabela nas próximas três rodadas. Assim a soma passa a ser de 18 rodadas em 2013. Com as outras 49 rodadas como líder nas outras edições do Brasileirão, o time estrelado alcançou o São Paulo e divide com o tricolor a marca de 67 rodadas como líder da competição desde 2003.

O Cruzeiro liderou as seguintes rodadas do Campeonato Brasileiro desde 2003:
2003 (39 rodadas): da 3ª a 15ª, da 18ª a 25ª e da 29ª a 46ª rodadas.
2006 (4 rodadas): 6ª, 7ª, 10ª e 11ª rodadas
2008 (2 rodadas): 3ª e 4ª rodadas
2009 (1 rodada): 1ª rodada
2010 (2 rodadas): 29ª e 30ª rodadas
2012 (1 rodada): 6ª rodada
2013 (18 rodadas): 1ª, 9ª, 12ª, 13ª, 16ª a 29ª rodadas

O São Paulo liderou as seguintes rodadas do Campeonato Brasileiro desde 2003:
2004 (2 rodadas) - 5ª e 6ª rodadas
2006 (28 rodadas) - 9ª, 12ª a 38ª rodadas
2007 (22 rodadas) - 17ª a 38ª rodadas
2008 (6 rodadas) - 33ª a 38ª rodadas
2009 (3 rodadas) - 34ª a 36ª rodadas
2011 (4 rodadas) - 3ª a 6ª rodadas
2013 (2 rodadas) - 2ª e 3ª rodadas

O Corinthians liderou as seguintes rodadas do Campeonato Brasileiro desde 2003:
2005 (26 rodadas) - 16ª a 23ª rodadas e 25ª a 42ª rodadas
2007 (1 rodada) - 7ª rodada
2010 (12 rodadas) - 2ª a 9ª, 11ª, 23ª, 24ª, 35ª rodadas
2011 (27 rodadas) - 7ª a 23ª, 28ª a 30ª, 32ª a 38ª rodadas

RANKING DOS LÍDERES POR RODADA NO CAMPEONATO BRASILEIRO (desde 2003)
1º Cruzeiro e São Paulo (67)
3º Corinthians (66)
4º Fluminense (44)
5º Santos (30)
6º Atletico-MG (25)
7º Palmeiras (24)
8º Botafogo (19)
9º Gremio (18)
10º Flamengo (13)
11º Atletico-PR e Internacional (12)
13º Ponte Preta e Vasco (9)
15º Coritiba, Figueirense e São Caetano (3)
18º Avaí, Criciúma, Goiás, Juventude, Náutico e Paraná (1)

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

As maiores séries invictas do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro

Foto: Revista Placar
O volante Douglas foi um destaques do time cruzeirense de 1987
que estabeleceu a maior série invicta do clube no Campeonato Brasileiro

Por Henrique Ribeiro

Com a vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, ontem, em Novo Hamburgo-RS, o Cruzeiro completou a sua décima partida invicta neste Campeonato Brasileiro. A sequência já está entre as maiores do clube em sua trajetória na competição. A maior ainda é a da edição de 1987, quando o time dirigido pelo treinador Jair Pereira somou 15 jogos consecutivos sem derrotas. Naquela ocasião, o time estrelado foi derrotado na estreia para o Palmeiras por 2 a 0 e só voltou a perder na segunda partida da semifinal, por 1 a 0, para o Internacional, no Mineirão. Resultado que eliminou o Cruzeiro da final do Módulo Verde. No entanto a sequência de 1987 contou com 9 empates e 6 vitórias. Já a série invicta deste ano contou com 9 vitórias e apenas um empate sendo, portanto, a mais significativa entre todas as sequências invictas da história do clube no Campeonato Brasileiro.

As maiores sequências invictas do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro:

15 jogos
1987 (6 vitórias)

14 jogos
1975 (7 vitórias)

13 jogos
1978 (6 vitórias)
1973 (7 vitórias)

11 jogos
2006 (7 vitórias)
2000 (6 vitórias)
2000 (5 vitórias)
1988 (6 vitórias)
1979 (8 vitórias)

10 jogos
1969 (5 vitórias)
2010 (7 vitórias)
2013 (9 vitórias)

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

agenda histórica

O time do Cruzeiro, ainda como Palestra Italia, perfilado antes do confronto
contra o Flamengo na inauguração do estádio do Barro Preto em 1923. 

Por Henrique Ribeiro

21/09/1997 - o meia Geovanni conquista pela Seleção Brasileira o Campeonato Mundial Sub 17. O título veio com a vitória sobre Gana, na final, por 2 a 1. Foi a sétima edição do torneio, que foi disputado no Egito e o primeiro título da Seleção Brasileira na categoria. Geovanni marcou três gols durante a campanha de 100% de aproveitamento do Brasil, que venceu Austria, Estados Unidos, Omã, Argentina, Alemanha e Gana.

23/09/1923 - o Cruzeiro inaugura oficialmente o estádio do Barro Preto num amistoso contra o Flamengo, que terminou empatado em 3 a 3. Apesar de terem sido convidados, nenhuma autoridade se fez presente a festa de inauguração e enviaram representantes. Eram os efeitos da lei de 1922 do presidente Epitácio Pessoa, que deu início a uma série de perseguições aos imigrantes italianos no Brasil por causa das greves trabalhistas. No entanto a festa foi prestigiada pela comunidade esportiva com a presença de vários jogadores da Seleção Brasileira que vieram de São Paulo e Rio prestigiarem o evento, entre eles, Artur Friedenreich. O Cruzeiro jogou esta partida reforçado por Severino, Heitor e Bianco, todos do Palmeiras.

24/09/1963 - numa partida equilibrada, o time de basquete do Cruzeiro derrota o do Ginástico por 60 a 58, no ginásio do Barro Preto. O tempo regulamentar terminou empatado em 52 a 52 e o jogo somente foi decidido na prorrogação. O quinteto cruzeirense atuou com Fernando, Delcio, Lo Russo, Armando (Edson) e Altivo e o do Ginástico com Rubinho, Bira, Luiz Fernando, João Marcos e Luiz Carlos. A arbitragem foi de Walter Rodrigues, Sergio Roscoe e Mucio Agostinho

25/09/1966 - o Cruzeiro goleia o Siderúrgica por 4 a 1, no estádio da Praia do Ó, em Sabará, pelo returno do Campeonato Mineiro. Foi o último jogo da história deste confronto. O time sabarense terminaria o estadual rebaixado e decidiu encerrar suas atividades profissionais tornando-se um time amador. O Siderúrgica foi um dos clubes que surgiu na "era do futebol de fábrica" nos anos 1920, que eram mantidos por indústrias no país. Ao todo o Cruzeiro enfrentou o Siderúrgica em 105 confrontos, com 53 vitórias, 15 empates e 37 derrotas. O Siderúrgica foi campeão da cidade de 1937 e do estadual de 1964.

26/09/1946 - após uma passagem pelo Botafogo, o técnico Bengala retorna ao Cruzeiro. Ele assumiu o cargo, após a saída do treinador Chico Trindade. Bengala foi contratado para assumir o comando técnico dos times de futebol e basquete do clube até dezembro de 1947.

27/09/1931 - o Cruzeiro goleia o America por 8 a 1, no Barro Preto, pelo returno do Campeonato da Cidade. Foi a maior goleada da história do confronto. Os gols foram marcados por Niginho/4, Alcides/2, Bengala e Piorra. O gol americano foi de Marcelo. O América iria abandonar o Campeonato no dia seguinte e esta partida seria transformada em amistoso.

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Concorra a este raro exemplar da Revista do Cruzeiro


Seja o primeiro a acertar o desafio e ganhe este raro exemplar da Revista do Cruzeiro de 2002 

O desafio é: quem foi o jogador do Cruzeiro que era chamado de "Véio Zuza" por ser parecido com o personagem do humorista Chico Anysio?

Querem uma dica? ele atuou nos anos 80

DESAFIO ENCERRADO

A resposta correta é: Quirino

O ganhador foi Daniel Soares Rodrigues

Favor enviar o endereço para o meu e-mail henriqueribe@gmail.com para que a Revista seja enviada pelo correio.

O meiocampista Quirino surgiu nas categorias de base do Cruzeiro e, aos 19 anos, integrou a equipe que levantaria o título estadual de 1984. Na ocasião foi improvisado na ponta direita pelo treinador João Francisco. Apesar da pouca idade, Quirino tinha cabelos brancos e, por ter a pele morena, passou a ser chamado de Véio Zuza, que era um "preto velho da umbanda" interpretado pelo humorista Chico Anísio em seu programa Chico City, que foi exibido pela TV Globo nas décadas de 70 e 80.

Quirino ou Véio Zuza disputou 66 jogos com a camisa cruzeirense e marcou 11 gols entre 1984 e 1986. Teve outra curta passagem entre 1990 e 1991, quando deixou o clube.

O humorista Chico Anísio nunca escondeu a sua admiração pelo Cruzeiro e, em seus shows e programas de TV, contribuiu para repercutir a frase "rápido e rasteiro como o ataque do Cruzeiro". Nas oportunidades em que esteve em Belo Horizonte visitou a Toca da Raposa para acompanhar os treinos do time estrelado.

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

agenda histórica

O atacante Dalmar (à direita) foi o autor do primeiro gol do Cruzeiro no Mineirão.
A foto é da semifinal do Campeonato Brasileiro de 1966 em que o Cruzeiro
derrotou o Fluminense por 3 a 1, no Maracanã, com dois gols de Dalmar.

Por Henrique Ribeiro

14/09/1921 - para recordar a data do 6º centenário da morte do poeta italiano Dante Alighieri, autor da Divina Comédia, o Cruzeiro organizou um festival com as participações do Luzitano, do Yale e de um Selecionado da capital, que representou a Associação Mineira de Cronistas Desportivos-AMCD. Os jogos foram disputados no estádio do Prado no mesmo sistema do torneio início, com tempos de 30 minutos cada. Com as vitórias sobre o Yale, na semifinal, e sobre a AMCD, na decisão, o Cruzeiro levantou o título do torneio.

15/09/1965 - o Cruzeiro disputa a sua primeira partida no Mineirão e vence o Villa Nova por 3 a 1. O primeiro gol estrelado no Gigante da Pampulha foi marcado pelo ponta esquerda, Dalmar, em cobrança de pênalti, aos 22 minutos de jogo. João José e Batista, para o Cruzeiro, e Neto, em cobrança de pênalti, para o Villa Nova, completaram o placar. O jogo serviu de preliminar da partida entre a Seleção Mineira e o Santos. O Cruzeiro enfrentou o Villa sem os titulares William, Vavá, Dirceu Lopes, Tostão, Wilson Almeida e José Carlos Fescina, que estavam na Seleção Mineira.

16/09/1958 - morre o ex-presidente Antônio Alves Limões, que dirigiu o clube estrelado na temporada de 1949. Ele participava da vida política do clube, desde a sua eleição para o cargo de tesoureiro em 1932.

17/09/1993 - o auxiliar técnico Eduardo Amorim, deixa o Cruzeiro para dirigir o Corinthians no Campeonato Brasileiro. O supervisor Benecy Queiroz adianta que a diretoria não irá contratar outro profissional para repor o cargo.

18/09/1946 - após receber passe livre do Siderúrgica, o zagueiro Bené é anunciado como o mais novo reforço do Cruzeiro.

19/09/1971 - no empate sem gols contra o Bahia, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro, os auxiliares de arbitragem utilizaram, pela primeira vez, bandeiras coloridas. Maurílio José Santiago atuou com a vermelha e Sílvio Gonçalves Davi com a amarela. Ambos eram dos quadros de arbitragem da Federação Mineira. O árbitro foi o paulista, Armando Marques.

20/09/1925 - o Cruzeiro derrota o Atlético por 5 a 3 no Barro Preto. O amistoso foi em disputa da Taça 20 de Setembro, que é a data comemorativa a unificação da Itália.

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Time de 2013 alcança a maior série de vitórias do clube no Brasileirão


Por Henrique

Com a vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo, esta noite, no Mineirão, o Cruzeiro alcançou uma marca história em toda a sua trajetória no Campeonato Brasileiro. O time estrelado completou 8 triunfos consecutivos e igualou suas duas maiores sequências de vitórias ambas obtidas em 2003. Naquela oportunidade, o time estrelado emplacou sua primeira série da 29ª a 36ª rodada e a segunda da 39ª a última rodada. Ambas foram no returno do Brasileirão. Confira abaixo as duas marcas de 2003:

A PRIMEIRA SÉRIE DE 8 VITÓRIAS
30/08/2003 - 4 x 1 Guarani - Returno - Mineirão
13/09/2003 - 4 x 1 Atlético/PR - Returno - Arena da Baixada (Curitiba , PR)
20/09/2003 - 3 x 0 Santos - Returno - Mineirão
24/09/2003 - 1 x 0 Corinthians - Returno - Pacaembu
28/09/2003 - 1 x 0 Vitória - Returno - Mineirão
05/10/2003 - 3 x 1 Criciúma - Returno - Majestoso (Criciúma, SC)
08/10/2003 - 2 x 0 Flamengo - Returno - Mineirão
12/10/2003 - 1 x 0 Atlético/MG - Returno - Mineirão
*a sequência foi interrompida na derrota por 2 a 1 para o Juventude, no Mineirão, no dia 19 de outubro.

A SEGUNDA SÉRIE DE 8 VITÓRIAS
25/10/2003 - 1 x 0 Figueirense - Returno - Mineirão
02/11/2003 - 2 x 1 Fortaleza - Returno - Castelão (Fortaleza, CE)
05/11/2003 - 3 x 0 Grêmio - Returno - Mineirão
09/11/2003 - 1 x 0 Vasco - Returno - Morenão (Campo Grande, MS)
23/11/2003 - 3 x 1 Paraná - Returno - Pinheirão (Curitiba, PR)
30/11/2003 - 2 x 1 Paysandu - Returno - Mineirão
07/12/2003 - 5 x 2 Fluminense - Returno - Mineirão
14/12/2003 - 7 x 0 Bahia - Returno - Fonte Nova (Salvador, BA)

A SÉRIE DE 8 VITÓRIAS ATUAL
17/08/2013 - 5 x 1 Vitória - Turno - Mineirão
24/08/2013 - 2 x 0 Ponte Preta - Turno - Moises Lucarelli (Campinas, SP)
01/09/2013 - 5 x 3 Vasco - Turno - Mineirão
04/09/2013 - 3 x 1 Bahia - Turno - Fonte Nova
08/09/2013 - 1 x 0 Flamengo - Turno - Mineirão
11/09/2013 - 2 x 1 Goias - Returno - Serra Dourada
14/09/2013 - 1 x 0 Atlético-PR - Returno - Mineirão
18/09/2013 - 3 x 0 Botafogo - Returno - Mineirão

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Todos os confrontos entre Cruzeiro e Botafogo


Por Henrique Ribeiro

Total de Jogos: 80
Vitórias do Cruzeiro: 33
Empates: 25
Vitórias do Botafogo: 22
Total de Gols: 213
Gols do Cruzeiro: 116
Gols do Botafogo: 97

CAMPEONATO BRASILEIRO
Jogo 9 - 14/05/1967 - Cruzeiro 2 x 1
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Wilson Almeida 7’ (1-0); Humberto 19’ (1-1); Natal 75’ (2-1)
Jogo 11 - 15/11/1968 - Empate 1 x 1
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Zé Carlos (contra) 56’ (0-1); Darci 90’ (1-1)
Jogo 12 - 23/08/1969 - Botafogo 1 x 0
Semifinal - Mineirão
Gol: Ferreti 80'
Jogo 13 - 27/08/1969 - Empate 1 x 1
Semifinal - Maracanã
Gols: Palhinha 6' (1-0); Roberto 79' (1-1)
Jogo 14 - 14/09/1969 - Botafogo 1 x 0
Primeira Fase - Mineirão
Gol: Roberto 25'
Jogo 15 - 30/11/1969 - Empate 2 x 2
Fase Final - Maracanã
Gols: Evaldo 55’ (1-0); Zé Carlos 65’ (2-0); Afonsinho 75’ (2-1); Rogério 81’ (2-2)
Jogo 16 - 23/09/1970 - Cruzeiro 1 x 0
Primeira Fase - Mineirão
Gol: Tostão 30'
Jogo 19 - 14/11/1971 - Empate 2 x 2
Primeira Fase - Maracanã
Gols: Eduardo 38’ (1-0); Dirceu Lopes 47’ (2-0); Roberto 49’ (2-1), Jairzinho 55’ (2-2)
Jogo 20 - 01/11/1972 - Empate 1 x 1
Primeira Fase - Maracanã
Gols: Dirceu Lopes 26' (1-0); Fischer 83' (1-1)
Jogo 21 - 24/10/1973 - Botafogo 2 x 1
Primeira Fase - Maracanã
Gols: Palhinha 52’ (1-0); Nilson 70’ (1-1); Ferretti 85’ (1-2)
Jogo 22 - 13/12/1973 - Cruzeiro 2 x 1
Segunda Fase - Mineirão
Gols: Lima 48’ (1-0); Eduardo 71’ (2-0); Zequinha 78’ (2-1)
Jogo 23 -23/01/1974 - Empate 1 x 1
Fase Semifinal - Mineirão
Gols: Dirceu 33' (0-1); Nelinho 88' (1-1)
Jogo 24 - 31/08/1975 - Cruzeiro 2 x 0
Primeira Fase - Maracanã
Gols: Cândido 30', Jésum 71'
Jogo 25 - 26/11/1975 - Cruzeiro 2 x 0
Terceira Fase - Mineirão
Gols: Palhinha 12', Joãozinho 42'
Jogo 26 - 04/09/1976 - Empate 0 x 0
Primeira Fase - Mineirão
Jogo 27 - 19/02/1978 - Botafogo 3 x 0
Terceira Fase - Mineirão
Gols: Mendonça 11', Gil 14', Nilson Dias 46'

Jogo 28 - 23/03/1980 - Cruzeiro 2 x 1
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Nelinho 17' (1-0), Perivaldo 73' (1-1), Luiz Carlos Oliveira 83' (2-1)
Jogo 31 - 28/02/1985 - Cruzeiro 3 x 1
Primeira Fase/1o turno - Maracanã
Gols: Helinho 37’ (0-1); Seixas 66’ (1-1), Seixas 86’ (2-1), Seixas 88’ (3-1)
Jogo 32 - 07/04/1985 - Cruzeiro 3 x 0
Primeira Fase/2o turno - Mineirão
Gols: Seixas 53’; Carlinhos 81’; Seixas 85’
Jogo 34 - 27/09/1987 - Empate 1 x 1
Primeiro Turno - Mineirão
Gols: Robson 49’ (1-0); Mongol 80’ (1-1)
Jogo 35 - 04/12/1988 - Empate 1 x 1
Primeira Fase/2o turno - Caio Martins (Niterói, RJ)
Gols: Careca 82’ (1-0); Gilmar 86’ (1-1)
Jogo 36 - 28/10/1989 - Cruzeiro 2 x 1
Segunda Fase - Maracanã
Gols: Eduardo (contra) 9’ (0-1); Édson 74’ (1-1); Israel (contra) 76’ (2-1)
Jogo 37 - 19/08/1990 - Cruzeiro 1 x 0
Primeiro Turno - Mineirão
Gol: Paulinho 85'
Jogo 38 - 01/04/1991 - Botafogo 3 x 2
Primeira Fase - Caio Martins (Niterói, RJ)
Gols: Renato Gaúcho 5’ (0-1); Carlos Alberto Dias 8’ (0-2); Charles 28’ (1-2); Carlos Alberto Dias 47’ (1-3); Heyder 84’ (2-3)
Jogo 39 - 09/03/1992 - Empate 1 x 1
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Macalé 50’ (1-0); Chicão 72’ (1-1)
Jogo 40 - 06/06/1992 - Botafogo 2 x 1
Segunda Fase - Maracanã
Gols: Nonato 47’ (1-0); Chicão 76’ (1-1); Carlos Alberto Dias 77’ (1-2)

Jogo 41 - 04/07/1992 - Botafogo 2 x 1
Segunda Fase - Municipal (Juiz de Fora, MG)
Gols: Valdeir 17’ (0-1); Luís Fernando 51’ (1-1); Valdeir 58’ (1-2)
Jogo 43 - 09/10/1993 - Cruzeiro 3 x 0
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Ronaldo 34’; Nonato 77’; Macedo 84’
Jogo 44 - 17/10/1993 - Cruzeiro 1 x 0
Primeira Fase - Caio Martins (Niterói, RJ)
Gol: Ronaldo 35'
Jogo 47 - 01/10/1995 - Cruzeiro 5 x 3
Primeiro Turno - Mineirão
Gols: Marcelo Ramos 24’ (1-0), Marcelo Ramos 30’ (2-0); Túlio 32’ (2-1); Narcísio 42’ (2-2), Narcísio 44’ (2-3); Paulinho Maclaren 51’ (3-3); Marcelo Ramos 71’ (4-3), Marcelo Ramos 79’ (5-3)
Jogo 48 - 07/12/1995 - Empate 1 x 1
Semifinal - Mineirão
Gols: Túlio 9' (0-1); Paulinho Maclaren 16' (1-1)
Jogo 49 - 10/12/1995 - Empate 0 x 0
Semifinal - Maracanã
Jogo 50 - 10/11/1996 - Empate 0 x 0
Primeira Fase - Leonardo Nogueira (Mossoró, RN)
Jogo 51 - 01/11/1997 - Botafogo 3 x 2
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Elivelton 2’ (1-0), Palácios 29’ (2-0), Jefferson 37’ (2-1), Marcelo Alves 69’ (2-2), França 73’ (2-3)
*a derrota eliminou as chances matemáticas de classificação do Cruzeiro para a segunda fase.
Jogo 53 - 23/08/1998 - Empate 1 x 1
Primeira Fase - Caio Martins (Niterói, RJ)
Gols: Túlio 5' (0-1); Fábio Júnior 90' (1-1)
Jogo 54 - 28/07/1999 - Cruzeiro 4 x 1
Primeira Fase - Mineirão
Gols: Alex Alves 4’ (1-0); Espínola 27’ (2-0); Marcelo Ramos 29’ (3-0); Jorge Luís 36’ (3-1); Alex Alves 45’ (4-1)
Jogo 57 - 13/09/2000 - Cruzeiro 4 x 0
Primeira Fase - Lamegão (Ipatinga, MG)
Gols: Fábio Júnior 6’, Fábio Júnior 10’; Ricardinho 42’; Oséas 51’
Jogo 58 -28/10/2001 - Botafogo 3 x 0
Primeira Fase - Serejão (Taguatinga, DF)
Gols: Artur 6’, Andrei 22’, Leonardo Inácio 37’
Jogo 59 - 18/08/2002 - Empate 0 x 0
Primeira Fase - Mineirão
Jogo 60 - 17/07/2004 - Cruzeiro 3 x 2
Turno - Mineirão
Gols: Martinez 8’ (1-0), Tapia 11’ (2-0), Jussiê 81’ (3-0), Têti 87’ (3-1), Gustavo 90’ (3-2)
Jogo 61 - 30/10/2004 - Botafogo 2 x 1
Returno - Caio Martins (Niterói, RJ)
Gols: Régis 45’ (1-0), Caio 50’ (1-1), Scheidt 78’ (1-2)
Jogo 63 - 12/10/2005 - Empate 2 x 2
Turno - Mineirão
Gols: Zé Roberto 26’ (0-1), Adriano 32’ (1-1), Diego 56’ (2-1), Rafael Marques 70’ (2-2)

Jogo 64 - 20/11/2005 - Botafogo 2 x 1
Returno - Luso Brasileiro (Rio de Janeiro, RJ)
Gols: Alecsandro 8’ (1-0); Reinaldo 20’ (1-1); Ricardinho 90’ (1-2)
Jogo 65 - 23/08/2006 - Botafogo 1 x 0
Turno - Maracanã
Gol: Claiton 41'
Jogo 66 - 03/12/2006 - Cruzeiro 3 x 1
Returno - Mineirão
Gols: Juninho 30’ (0-1), Léo Silva 32’ (1-1), Francismar 47’ (2-1), Ferreira 89’ (3-1)
Jogo 67 - 29/07/2007 - Cruzeiro 3 x 2
Turno - Mineirão
Gols: Guilherme 46’ (1-0); Wagner 76’ (2-0); Guilherme 80’ (3-0); André Lima 86’ (3-1); Renato Silva 90’ (3-2)
Jogo 68 - 01/11/2007 - Botafogo 4 x 1
Returno - Engenhão
Gols: Dodô 4’ (0-1); Guilherme 20’ (1-1); Túlio 31’ (1-2); Joílson 42’ (1-3); Juninho 58’ (1-4)
Jogo 69 - 17/05/2008 - Cruzeiro 1 x 0
Turno - Mineirão
Gol: Guilherme 11'
Jogo 70 - 20/08/2008 - Botafogo 1 x 0
Returno - Engenhão
Gol: Lucio Flavio 78'
Jogo 71 - 27/08/2009 - Empate 1 x 1
Turno - Engenhão
Gols: Lúcio Flávio 32’ (0-1); Thiago Ribeiro 66’ (1-1)
Jogo 72 - 18/10/2009 - Cruzeiro 1 x 0
Returno - Mineirão
Gol: Thiago Ribeiro 62'
Jogo 73 - 26/05/2010 - Cruzeiro 1 x 0
Turno - Mineirão
Gol: Thiago Ribeiro 18'
Jogo 74 - 18/09/2010 - Empate 2 x 2
Returno - Engenhão
Gols: Alessandro 4’ (0-1), Montillo 57’ (1-1), Montillo 70’ (2-1), Loco Abreu (pênalti) 75’ (2-2)
Jogo 75 - 30/07/2011 - Botafogo 1 x 0
Turno - Arena do Jacaré (Sete Lagoas, MG)
Gols: Loco Abreu 55’
Jogo 76 - 29/10/2011 - Botafogo 1 x 0
Returno - Engenhão
Gol: Loco Abreu 54’
Jogo 77 - 07/06/2012 - Cruzeiro 3 x 2
Turno - Engenhão
Gols: Amaral (contra) 21' (0-1), Herrera 68' (0-2), Anselmo Ramon 73' (1-2), Everton 75' (2-2), Wellington Paulista (pênalti) 79' (3-2)
Jogo 78 - 05/09/2012 - Botafogo 3 x 1
Returno - Independência
Gols: Tinga 19' (1-0), Seedorf 34' (1-1), Seedorf 36' (1-2), Jadson 55' (1-3)
Jogo 79 - 01/06/2013 - Botafogo 2 x 1
Turno - Cidadania (Volta Redonda, RJ)
Gols: Lodeiro 6’ (0-1), Anselmo Ramon 24’ (1-1), Lodeiro 57’ (1-2)
Jogo 80 - 18/09/2013 - Cruzeiro 3 x 0
Returno - Mineirão
Gols: Nilton 45'+1' (1-0), Julio Baptista (pênalti) 80' (2-0), Julio Baptista 86' (3-0)
*Seedorf, do Botafogo, perdeu pênalti aos 54'

Total de Jogos pelo Campeonato Brasileiro: 59
Vitórias do Cruzeiro: 23
Empates: 18
Vitórias do Botafogo: 18
Total de Gols: 156
Gols do Cruzeiro: 85
Gols do Botafogo: 71

COPA DO BRASIL
Jogo 55 - 15/06/2000 - Cruzeiro 3 x 2
Quartas de final - Mineirão
Gols: Alexandre 1’ (1-0); Geovanni 9’ (2-0), Geovanni 41’ (3-0); Jorge Luiz 44’ (3-1); Reidner 74’ (3-2)
Jogo 56 - 22/06/2000 - Empate 0 x 0
Quartas de final - Maracanã

AMISTOSOS
Jogo 1 - 15/11/1936 - Empate 3 x 3
Barro Preto (Belo Horizonte, MG)
Gols: Carvalho Leite 5’ (0-1); Niginho 15’ (1-1); Patesko 16’ (1-2); Bengala 41’ (2-2); Niginho 53’ (3-2); Carvalho Leite 80’ (3-3)
Jogo 2 - 15/09/1940 - Cruzeiro 4 x 3
Barro Preto (Belo Horizonte, MG)
Gols: Tadique 1’(0-1); Geraldino 25’ (1-1); Niginho (2-1); Nogueirinha (3-1); Niginho (4-1); Heleno (4-2); Pascoal (4-3)
Jogo 3 - 01/07/1945 - Empate 1 x 1
Barro Preto (Belo Horizonte, MG)
Gols: Niginho 20' (1-0), Heleno 86' (1-1)
Jogo 4 - 04/07/1945 - Empate 1 x 1
Lourdes (Belo Horizonte, MG)
Gols: Jorge 54' (1-0), Renê 80' (1-1)
Jogo 5 - 26/01/1947 - Botafogo 3 x 0
Barro Preto (Belo Horizonte, MG)
Gols: Valsechi 13', Otávio 60', Otávio 61'
Jogo 6 - 17/03/1948 - Cruzeiro 2 x 1
Barro Preto (Belo Horizonte, MG)
Gols: Abelardo 8' (1-0), Oswaldinho 41' (1-1), Ramon 58' (2-1)
Jogo 7 - 04/02/1957 - Cruzeiro 2 x 1
Barro Preto (Belo Horizonte, MG)
Gols: Didi 62' (0-1), Gilberto 78' (1-1), Gilberto 89' (2-1)
Jogo 8 - 26/06/1960 - Botafogo 3 x 0
Independência
Gols: Pireco (contra) 10’; Amarildo 30’; Neivaldo 68’
Jogo 10 - 23/06/1968 - Empate 0 x 0
Mineirão
Jogo 17 - 28/10/1970 - Cruzeiro 1 x 0
Rei Pelé (Maceió, AL)
Gol: Dirceu Lopes 27'
Jogo 18 - 12/05/1971 - Cruzeiro 3 x 0
Mineirão
Gols: João Ribeiro 23’; Dirceu Lopes 42’; Roberto Batata 55’
Jogo 29 - 12/08/1981 - Botafogo 1 x 0
Mineirão
Gol: Mendonça 5'

Jogo 30 - 22/04/1984 - Empate 0 x 0
Jogo do Torneio Heleno Nunes cancelado - Mineirão
Jogo 33 - 20/08/1987 - Botafogo 3 x 1
Mineirão
Gols: Berg 20’ (0-1); Gilmar Francisco 67’ (1-1); Toni 84’ (1-2), Toni 88’ (1-3)
Jogo 42 - 03/09/1992 - Cruzeiro 2 x 1
Mineirão
Gols: Cleison 26’ (1-0), Renato Gaúcho 37’ (2-0), Bujica 54’ (2-1)
Jogo 45 - 07/08/1994 - Empate 1 x 1
Mineirão
Gols: Ronaldo 11' (1-0), Douglas (contra) 16' (1-1)
Jogo 46 - 06/08/1995 - Cruzeiro 1 x 0
Independência
Gol: Roberto Gaúcho 90' (1-0)
Jogo 52 - 19/07/1998 - Cruzeiro 2 x 1
Municipal (Pouso Alegre, MG)
Gols: Marcelo Ramos 37’ (1-0), Túlio 41’ (1-1), Marcelo Ramos 61’ (2-1)
Jogo 62 - 10/08/2005 - Cruzeiro 4 x 1
jogo anulado do Campeonato Brasileiro - Mineirão
Gols: Fred 10’ (1-0), Kelly 26’ (2-0), Wagner 36’ (3-0), Juca 70’ (3-1), Fred 89’ (4-1)

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Todos os jogos entre Cruzeiro e Goiás

Foto: Washington Alves
O zagueiro Gil numa disputa de bola contra o atacante Rafael Moura
no confronto entre Cruzeiro e Goiás pelo returno do Brasileiro de 2010

Por Henrique Ribeiro

Total de jogos: 49
Vitórias do Cruzeiro: 26
Empates: 10
Vitórias do Goiás: 13
Total de gols: 115
Gols do Cruzeiro: 66
Gols do Goiás: 49

CAMPEONATO BRASILEIRO
Jogo 3: 16/01/1974 - Cruzeiro 1 a 0
 fase do Brasileiro de 1973 - Pedro Ludovico (Goiânia)
Gol: Dirceu Lopes 64’
Jogo 4: 20/04/1974 - Cruzeiro 1 a 0
1ª Fase - Pedro Ludovico (Goiânia)
Gol: Dirceu Lopes 84’
Jogo 5: 12/10/1975 - Cruzeiro 2 a 0
2ª Fase - Mineirão
Gols: Joãozinho 24’, Roberto Batata 43’
Jogo 7: 04/10/1979 - Goiás 3 a 1
1ª fase - Serra Dourada
Gols: Roberto César 9’(1-0), Pastoril (pênalti) 16’(1-1), Éber 59’(2-1), Ramon 80’(3-1)
*a partida foi encerrada após uma briga generalizada entre os jogadores, que começou a partir do terceiro gol do Goiás. O árbitro Aluísio Felisberto Silva anotou na súmula o cartão vermelho para sete jogadores de cada equipe. É o recorde de expulsões em uma partida na competição
Jogo 8: 09/12/1979 - Empate 1 a 1
 Fase - Serra Dourada
Gols: Roberto César 8’ (1-0), Éber 20’ (1-1)
Jogo 9: 15/11/1987 - Cruzeiro 1 a 0
2º turno - Mineirão
Gol: Heriberto 85’
Jogo 10: 30/10/1988 - Goiás 3 a 0
 Fase (1º turno) - Serra Dourada
Gols: Niltinho 61’, Walace 84’, Péricles 89’
Jogo 11: 18/10/1989 - Cruzeiro 2 a 1
1ª Fase - Mineirão
Gols: Hamilton 5’(1-0), Túlio 58’ (1-1), Édson 90’ (2-1)
Jogo 14: 07/09/1990 - Empate 2 a 2
1º turno - Serra Dourada
Gols: Luis Fernando 18’ (1-0), Lira (falta) 51’ (1-1), Luvanor 56’ (1-2), Adilson 71’ (2-2)
Jogo 15: 04/04/1991 - Cruzeiro 2 a 1
 Fase - Independência
Gols: Túlio 78’ (0-1), Adilson (falta) 82’ (1-1), Charles 86’ (2-1)
Jogo 17: 22/03/1992 - Cruzeiro 2 a 0
 Fase - Mineirão
Gols: Charles 84’, Charles 90’+1’
Jogo 18: 29/10/1995 - Empate 0 a 0
2º turno - Mineirão
Jogo 19: 27/10/1996 - Goiás 1 a 0
 Fase - Serra Dourada
Gol: Dill (pênalti) 16’
Jogo 20: 04/10/1997 - Cruzeiro 4 a 0
 Fase - Mineirão
Gols: Alex Mineiro 39’, Alex Mineiro 45’+2’, João Carlos 54’, Alex Mineiro 63’
Jogo 21: 12/08/1998 - Empate 0 a 0
 Fase - Serra Dourada
Jogo 22: 24/09/2000 - Goiás 2 a 0
 Fase - Serra Dourada
Gols: Dill 41’ (0-1), Dill 90’ (0-2)
Jogo 23: 19/09/2001 - Goiás 2 a 1
 Fase - Mineirão
Gols: Bilu 22’ (0-1), Cris (pênalti) 84’ (1-1), Edmilson (pênalti) 90’ (1-2)
Jogo 25: 17/11/2002 - Cruzeiro 2 a 0
 fase - Independência
Gols: Marcelo Ramos 56’ (1-0), Marcelo Ramos 81’ (2-0)

Jogo 26: 20/04/2003 - Cruzeiro 4 a 1
Turno - Mineirão
Gols: Alex 20’ (1-0), Deivid 41’ (2-0), Dimba 66’ (2-1), Alex 88’ (3-1), Deivid 90’ (4-1)
Jogo 29: 23/08/2003 - Goiás 1 a 0
Returno - Serra Dourada (Goiânia)
Gol: Dimba (pênalti) 37’ (1-0)
Jogo 30: 24/04/2004 - Empate 2 a 2
Turno - Serra Dourada (Goiânia)
Gols: Paulo Baier 15’ (0-1), Rodrigo Tabata 59’ (0-2), Dudu 77’ (1-2), Alex 85’ (2-2)
Jogo 31: 18/08/2004 - Goiás 3 a 1
Returno - Mineirão
Gols: Alex Dias 15’ (0-1), Leandro 59’ (0-2), Jussiê 60’ (1-2), Edu Dracena (contra) 89’ (1-3)
Jogo 34: 15/05/2005 - Cruzeiro 3 a 1
Turno - Mineirão
Gols: Fred 18’ (1-0), Athirson 51’ (2-0), Diego 80’ (3-0), Rodrigo Tabata 86’ (3-1)
Jogo 35: 10/09/2005 - Goiás 1 a 0
Returno - Serra Dourada (Goiânia)
Gol: Souza 33’
Jogo 36: 16/07/2006 - Empate 0 a 0
Turno - Mineirão
Jogo 37: 28/10/2006 - Cruzeiro 3 a 2
Returno - Serra Dourada (Goiânia)
Gols: Élson 9’(1-0), Gladstone 18'(2-0), Welliton 20’(2-1), Gabriel(pênalti)31’(3-1), Romerito 45’+1’(3-2)
Jogo 38: 14/07/2007 - Cruzeiro 2 a 1
Turno - Mineirão
Gols: Wagner 35’ (1-0), Felipe 75’ (1-1), Leandro Domingues 79’ (2-1)
Jogo 41: 07/10/2007 - Empate 0 a 0
Returno - Serra Dourada (Goiânia)
Jogo 42: 23/07/2008 - Goiás 1 a 0
Turno - Mineirão
Gol: Iarley (falta) 40’
Jogo 43: 02/11/2008 - Goiás 3 a 0
Returno - Serra Dourada
Gols: Paulo Baier 2’, Paulo Baier 8’, Henrique 16’
Jogo 44: 05/07/2009 - Goiás 1 a 0
Turno - Serra Dourada
Gol: Felipe 20’
Jogo 45: 08/10/2009 - Cruzeiro 3 a 0
Returno - Mineirão
Gols: Leandro Lima 46’, Wellington Paulista 48’, Wellington Paulista 54’
Jogo 46: 18/07/2010 - Cruzeiro 1 a 0
Turno - Arena do Jacaré (Sete Lagoas, MG)
Gol: Gilberto 11'
Jogo 47: 07/10/2010 - Cruzeiro 1 a 0
Returno - Serra Dourada
Gol: Jonilson (contra) 55’
Jogo 48: 26/05/2013 - Cruzeiro 5 a 0
Turno - Independência
Gols: Diego Souza 5', Bruno Rodrigo 30', Nilton 40', Borges 42', Nilton 79'
*foi a maior goleada da história do confronto
Jogo 49: 11/09/2013 - Cruzeiro 2 a 1
Returno - Serra Dourada
Gols: Renan Oliveira 27' (0-1), Willian 38' (1-1), Willian 71' (2-1)
*Cruzeiro derrubou a sequência de 41 jogos invictos do Goiás em competições nacionais no Serra Dourada

Total de jogos pelo Campeonato Brasileiro: 36
Vitórias do Cruzeiro: 18
Empates: 07
Vitórias do Goiás: 11
Total de gols: 83
Gols do Cruzeiro: 49
Gols do Goiás: 34

Quadro de goleadores do confronto pelo Campeonato Brasileiro
3 gols: Alex, Alex Mineiro, Charles (Cruzeiro)
3 gols: Dill, Paulo Baier (Goiás)
2 gols: Adilson, Deivid, Dirceu Lopes, João Carlos, Marcelo Ramos, Nilton, Roberto César, Wellington Paulista, William (Cruzeiro)
2 gols: Dimba, Éber, Felipe, Rodrigo Tabata, Túlio (Goiás)
1 gol: Athirson, Borges, Bruno Rodrigo, Cris, Diego, Diego Souza, Dudu, Édson, Elson, Fred, Gabriel, Gilberto, Gladstone, Hamilton, Heriberto, Joãozinho, Jussiê, Leandro Domingues, Leandro Lima, Luiz Fernando, Roberto Batata, Wagner (Cruzeiro)
1 gol: Alex Dias, Bilu, Edmilson, Henrique, Iarley, Leandro, Lira, Luvanor, Niltinho, Pastoril, Péricles, Ramon, Renan Oliveira, Romerito, Souza, Wallace, Welliton (Goiás)

COPA SULAMERICANA
Jogo 32: 16/09/2004 - Empate 2 a 2
 Fase/ - Serra Dourada
Gols: Gustavo 24’ (0-1), Sandro 44’ (1-1), Fred 61’ (2-1), Rodrigo Tabata 88’ (2-2)
Jogo 33: 22/09/2004 - Cruzeiro 3 a 2
 Fase/2ª - Mineirão
Gols: Alex Dias 22 segs. (0-1), Jussiê 7’ (1-1), Sorín 11’ (2-1), Rodrigo Tabata 36’ (2-2), Fred 41’ (3-2)
Jogo 39: 16/08/2007 - Goiás 2 a 0
 Fase/ - Serra Dourada
Gols: Paulo Baier (pênalti) 43’, Paulo Baier (pênalti) 90’+2’
*o pênalti que resultou no segundo gol do Goiás originou-se de um erro crasso do árbitro Paulo César Oliveira. A falta cometida pelo zagueiro Emerson sobre Paulo Baier foi fora da área
Jogo 40: 22/08/2007 - Cruzeiro 1 a 0
 Fase/2ª - Mineirão
Gol: Thiago Heleno 13’

COPA DO BRASIL
Jogo 12: 22/06/1990 - Empate 0 a 0
 Fase/ - Mineirão
Jogo 13: 27/06/1990 - Goiás 4 a 0
 Fase/ - Serra Dourada
Gols: Luvanor 29’, Agnaldo 49’, Agnaldo 56’, Agnaldo 88’
*foi a maior goleada sofrida pelo Cruzeiro na Copa do Brasil
Jogo 27: 21/05/2003 - Cruzeiro 3 a 2
Semifinal/ - Serra Dourada
Gols: Aristizábal 16’ (1-0), Dimba 26’ (1-1), Deivid 38’ (2-1), Deivid 64’ (3-1), Araújo 81’ (3-2)
Jogo 28: 28/05/2003 - Cruzeiro 2 a 1
Semifinal/2ª - Mineirão
Gols: Auecione 2’ (0-1), Mota 77’ (1-1), Recife 89’ (2-1)

COPA DOS CAMPEÕES
Jogo 24: 17/07/2002 - Cruzeiro 2 a 1
Quartas de final - Machadão (Natal)
Gols: Jussiê 1’ (1-0), Fábio Júnior 64’ (2-0), Araújo 82’ (2-1)

AMISTOSOS
Jogo 1: 09/04/1972 - Empate 0 a 0
Pedro Ludovico (Goiânia)
Jogo 2: 18/07/1973 - Cruzeiro 1 a 0
Pedro Ludovico (Goiânia)
Gol: Palhinha 32’
Jogo 6: 31/08/1977 - Cruzeiro 2 a 1
Mineirão
Gols: Eli Carlos 6’ (2-1), Revétria 65’ (2-0), Nelinho (contra) (2-1)
Jogo 16: 24/06/1991 - Cruzeiro 1 a 0
Independência
Gol: Charles 30’

Quadro geral de goleadores do confronto:
5 gols: Paulo Baier (Goiás)
4 gols: Charles, Deivid (Cruzeiro)
4 gols: Rodrigo Tabata (Goiás)
3 gols: Alex, Alex Mineiro, Fred, Jussiê (Cruzeiro)
3 gols: Agnaldo, Dill, Dimba (Goiás)
2 gols: Adilson, Dirceu Lopes, João Carlos, Marcelo Ramos, Nilton, Roberto César, Wellington Paulista, William (Cruzeiro)
2 gols: Alex Dias, Araújo, Éber, Felipe, Luvanor, Túlio (Goiás)
1 gol: Aristizábal, Athirson, Borges, Bruno Rodrigo, Cris, Diego, Diego Souza, Dudu, Édson, Eli Carlos, Elson, Fábio Júnior, Gabriel, Gilberto, Gladstone, Hamilton, Heriberto, Joãozinho, Leandro Domingues, Leandro Lima, Luiz Fernando, Mota, Recife, Revetria, Roberto Batata, Sandro, Sorín, Thiago Heleno, Wagner (Cruzeiro)
1 gol: Auecione, Bilu, Edmilson, Gustavo, Henrique, Iarley, Leandro, Lira, Niltinho, Pastoril, Péricles, Ramon, Renan Oliveira, Romerito, Souza, Wallace, Welliton (Goiás)

http://www.facebook.com/almanaquedocruzeiro