sábado, 22 de abril de 2017

Campeonato Mineiro 2007

Carlos Henrique

Primeira Fase
21/01 - Cruzeiro 2 x 1 Rio Branco (Parque do Azulão, Andradas)
27/01 - Cruzeiro 4 x 0 Guarani (Mineirão)
04/02 - Cruzeiro 2 x 2 Villa Nova (Bonfim, Nova Lima)
10/02 - Cruzeiro 1 x 3 Atlético (Mineirão)
25/02 - Cruzeiro 4 x 1 Boa (Mineirão)
04/03 - Cruzeiro 2 x 1 América (Mineirão)
10/03 - Cruzeiro 1 x 3 Ipatinga (Lamegão, Ipatinga)
17/03 - Cruzeiro 6 x 2 Tupi (Mineirão)
25/03 - Cruzeiro 3 x 2 Democrata-GV (Mineirão)
31/03 - Cruzeiro 3 x 1 Democrata (Arena do Jacaré, Sete Lagoas)
08/04 - Cruzeiro 3 x 0 Caldense (Mineirão)
Classificação: 1º Cruzeiro; 2º Atlético; 3º Democrata-GV; 4º Tupi; 5º Villa Nova; 6º Rio Branco; 7º Ipatinga; 8º Democrata-SL; 9º Boa; 10º Guarani; 11º Caldense; 12º América

Semifinal
14/04 - Cruzeiro 0 x 0 Tupi (Municipal, Juiz de Fora)
22/04 - Cruzeiro 4 x 0 Tupi (Mineirão)
Final
29/04 - Cruzeiro 0 x 4 Atlético (Mineirão)
06/05 - Cruzeiro 2 x 0 Atlético (Mineirão)
Classificação Final: 1º Atlético (Campeão); 2º Cruzeiro; 3º Democrata-GV; 4º Tupi; 5º Villa Nova; 6º Rio Branco; 7º Ipatinga; 8º Democrata-SL; 9º Boa; 10º Guarani; 11º Caldense*; 12º América*
*rebaixados
Artilheiro Máximo: Araújo (Cruzeiro) com 11 gols

Critérios de Participação:
Disputado pelos 10 primeiros colocados do Campeonato Mineiro de 2006, mais o Rio Branco e o Tupi, campeão e vice do Módulo II de 2006, respectivamente.

Sistema de Disputa:
Dividido em três fases: Na primeira as equipes se enfrentaram em turno único e os quatro primeiros colocados se classificaram para a semifinal. Os dois últimos foram rebaixados para o Módulo II.
Na fase semifinal as equipes foram divididas em duas chaves, com duas cada, na seguinte ordem de classificação da 1ª fase: 1º x 4º e o 2º x 3º. As equipes iniciaram esta fase com os pontos zerados e se enfrentaram em duas rodadas. O primeiro e o segundo colocado da Primeira Fase disputaram os confrontos com a vantagem de dois resultados iguais com o mesmo saldo de gols.
Os finalistas decidiram o título em duas rodadas. Nesta fase os pontos foram zerados, mas o finalista que somou o maior número de pontos em todas as fases disputou a decisão com a vantagem de dois resultados iguais com o mesmo saldo de gols.

Sistema 4-4-2:
Fábio, Gabriel, André Luís, Gladstone e Fábio Santos (Jonathan) (Sandro); Ricardinho, Léo Silva, Geovanni (Fellype Gabriel) e Marcinho; Araújo e Rômulo (Nenê). Treinadores: Paulo Autuori (14) e Emerson Ávila (1)

Quem jogou
Jogos
Atleta
15
Gabriel
14
Araújo, Ricardinho
13
Fábio
12
Gladstone
10
Fábio Santos, Marcinho, Rômulo
9
Geovanni, Jonathan
8
Léo Silva, Luisão, Sandro
7
André Luís, Fellype Gabriel, Nenê
6
Leandro Domingues, Maicosuel, Renan
5
Guilherme, Kerlon
4
Elson, Thiago Heleno
2
Anderson, Lauro, Paulinho
1
João Vítor, Maicon, Pedro Júnior, Simões, Wellington

Quem marcou gols
Gols
Atleta
11
Araújo
5
Gabriel
3
Guilherme, Marcinho, Nenê, Rômulo
2
Gladstone
1
Geovanni, Kerlon, Leandro Domingues, Luisão, Sandro, Thiago Heleno, Wellington



sexta-feira, 21 de abril de 2017

NECA




Carlos Henrique

15/04/1950 Antônio Rodrigues Filho, o Neca, nasce em Rio Grande, RS.

06/01/1977 O ponta de lança de 26 anos é anunciado como o novo reforço para o ataque do Cruzeiro na temporada. Custou Cr$ 1,2 milhão - mesmo valor que os paulistas pagaram ao Grêmio. Seu passe estava fixado em Cr$ 1,5 milhão, mas o Corinthians concorda em descontar Cr$ 300 mil para que pudesse ter prioridade na contratação do atacante Palhinha, do Cruzeiro. “Fomos amáveis com o Cruzeiro e agora esperamos a retribuição” – declara o presidente corintiano, Vicente Mateus. Neca estava entre os 40 jogadores da lista do treinador Oswaldo Brandão, da Seleção Brasileira.

11/01/1977 O atacante apresenta-se na Toca da Raposa. Carregava a fama de ter afinado em duas decisões de Campeonato Gaúcho e Brasileiro e avisou: _se eu fosse isso que dizem de mim, o Cruzeiro não teria me comprado. Eu sou um goleador. Teve o seu passe colocado à venda após ter se recusado a dividir uma parte da premiação do vice-campeonato brasileiro aos reservas e funcionários do Corinthians; também foi acusado de escrever ofensas à diretoria no quadro negro do departamento de futebol e, por isso, ficou sem ambiente no clube.

16/01/1977 Estreia foi na goleada (1 a 4) sofrida para a Seleção Uruguaia, em Montevidéu. Foi derrubado por Pedro Graffina no lance que originou o pênalti convertido por Moraes.

09/02/1977 Marca o primeiro gol na vitória (2 a 0) sobre o Atlético Nacional, em amistoso disputado, em Medellin (Colômbia). O gol foi aos 27 minutos. Marcou o segundo gol do jogo, aos 67 minutos.

16/04/1977 Faz seu primeiro jogo oficial com a camisa do Cruzeiro na goleada (5 a 1) sobre o Valério, no Mineirão, na rodada de estreia do Campeonato Mineiro.

28/08/1977 Marca o último gol pelo Cruzeiro na goleada (4 a 1) sobre o São Cristóvão-RJ, em amistoso, no Mineirão. Ao todo marcou 17 gols com a camisa azul.

11/09/1977 Contra o Boca Juniors, marca um gol, aos 21 minutos, pelo segundo jogo decisivo da Taça Libertadores, no Mineirão. No entanto, o árbitro peruano Cézar Orozco, cede às reclamações dos jogadores boquenses e anula o gol, que consagraria a sua passagem pelo Cruzeiro.

14/09/1977 Faz seu último jogo pelo Cruzeiro no empate (0 a 0) contra o Boca Juniors, pelo terceiro jogo decisivo da Taça Libertadores, em Montevidéu. Converte a segunda cobrança do Cruzeiro na disputa de tiros livres, que não foi necessária para evitar a derrota (5 a 4). Com o resultado sagrou-se vice-campeão da Libertadores. Ao todo disputou 46 jogos com a camisa estrelada.

20/09/1977 Perde a posição de titular para Erivelto, após o treinador Yustrich anunciar mudanças no sistema tático e na escalação para os jogos decisivos do Campeonato Mineiro contra o Atlético. Neca e Eli Carlos são duramente criticados pela pouca eficiência em jogos contra grandes equipes.

28/09/1977 É expulso do treino coletivo, na Toca da Raposa, pelo treinador Yustrich, junto com Eli Carlos. Ambos estavam no time reserva e trocavam instruções em voz alta, que irritaram o treinador.

09/10/1977 Conquista o título de Campeão Mineiro, após a vitória (3 a 1) do time estrelado sobre o Atlético, no terceiro jogo da decisão. Apesar de ter atuado em 17 jogos da campanha, Neca sequer foi relacionado para o banco de reservas nos três jogos decisivos contra o Atlético.

15/10/1977 Deixa o Cruzeiro e se transfere para o São Paulo para reforçar o tricolor paulista na disputa do Campeonato Brasileiro.

terça-feira, 18 de abril de 2017

A arbitragem feminina no futebol brasileiro

Carlos Henrique

Em 18 de agosto de 1988, por meio de uma portaria, homologada pela presidência da Confederação Brasileira de Futebol-CBF, foi instituída pela Cobraf o quadro de árbitras do futebol brasileiro, vinculado à Relação Nacional de Árbitros de Futebol. As 18 árbitras incluídas no quadro feminino seriam escaladas em competições amistosas: Lisieux Araújo, Lúcia Azevedo, Lúcia Helena Ferreira, Maria Aparecida Dias, Maria Cristina Agra, Maria da Conceição Mendes, Maria José Moura, Neuza Calheiros, Regina Célia Carvalho, Sônia Rezende, Sueli Morais, Vanda Martins, Cláudia Guedes, Cenilza Cappelli, Cláudia Neves, Elizabeth Andrade, Elizabeth Falcão e Gleice Cerqueira. No ano de 1989 seriam incluídas no quadro oficial da Cobraf ficando aptas para dirigir jogos de competições oficiais.

O primeiro jogo da história do Cruzeiro que teve uma mulher compondo o trio de arbitragem foi em 1993, pelo Campeonato Brasileiro; e um jogo dirigido por um trio de arbitragem feminino foi em 2003, também pelo Campeonato Brasileiro.

CRUZEIRO 1 x 0 BRAGANTINO
31/10/1993 - Campeonato Brasileiro - Mineirão
Ingressos: 6.538 (Cr$ 2.318.500,)
Arbitragem: Renato Marsiglia/RS (Paulo Brasília/RS e Cláudia Guedes/RS)
Gol: Ronaldo 32’
Cruzeiro: Sérgio, Paulo Roberto, Toninho, Célio Lúcio e Zelão; Ademir, Boiadeiro e Careca (Douglas); Macalé, Ronaldo e Roberto Gaúcho (Edenilson Pateta). T: Carlos Alberto Silva
Bragantino: Marcelo, Valmir, Júnior, Carlos Augusto e Márcio (Ronaldo Alfredo); Pires, Marcelo Prates e Alberto; Claudinho (Chicão), João Santos e Sílvio. T: Nelsinho Batista
CA: Paulo Roberto, Ademir, Boaideiro (C); Pires (B)

CRUZEIRO 0 x 3 PAYSANDU
23/07/2003 (Qua-20h30) - Campeonato Brasileiro - Mangueirão (Belém, PA)
Arbitragem: Sílvia Regina/SP (Ana Paula Oliveira e Aline Lambert)
Gols: Magnum 8’, Robson 58’; Robson 84’
Cruzeiro: Artur, Edu Dracena, Cris e Thiago; Maurinho, Recife (Itaparica), Zinho, Felipe Melo (Márcio) e Leandro; Mota (Thiago) e Aristizabal. T: Vanderlei Luxemburgo
Paysandu: Carlos Germano, Wellington, Jorginho, André Dias, Luiz Fernando, Rogerinho, Jóbson, Jairo, Wélber (Vanderson), Robson (Alexandre), Magnum (Zé Augusto). T: Ivo Wortmann
CA: Maurinho (C); André Dias, Robson, Jairo, Jorginho (P)
CV: Thiago/41' (C); Jairo (P)

sábado, 15 de abril de 2017

Campeonato Mineiro 2006

O time cruzeirense posa para foto antes da vitória por 1 a 0 sobre o Ipatinga, no Lamegão, no jogo decisivo do Campeonato Mineiro de 2006. Em pé: Fábio, Fábio Santos, Edu Dracena, Leandro Bonfim, Moisés; Agachados: Tita (massagista), Diogo, Jonathan, Élber, Júlio Cesar, Gil e Wagner.

Carlos Henrique

Primeira Fase
22/01 - Cruzeiro 1 x 0 Democrata (Mamudão, Gov. Valadares)
29/01 - Cruzeiro 0 x 0 Ipatinga (Mineirão)
01/02 - Cruzeiro 5 x 2 Democrata-SL (Mineirão)
05/02 - Cruzeiro 1 x 1 Atlético (Mineirão)
08/02 - Cruzeiro 2 x 0 Villa Nova (Horto)
11/02 - Cruzeiro 3 x 0 Guarani (Farião, Divinópolis)
16/02 - Cruzeiro 2 x 0 Uberlândia (Mineirão)
19/02 - Cruzeiro 1 x 1 América (Mineirão)
25/02 - Cruzeiro 2 x 0 Caldense (Ronaldão, Poços de Caldas)
05/03 - Cruzeiro 0 x 1 Boa (Fazendinha, Ituiutaba)
12/03 - Cruzeiro 2 x 0 URT (Mineirão)
Classificação: 1o Ipatinga*; 2o Cruzeiro*; 3o Atlético*; 4o América*; 5o Boa; 6o Democrata-SL; 7o Caldense; 8o Democrata-GV; 9o Villa Nova; 10o Guarani; 11o Uberlândia; 12o URT
*semifinalistas

Semifinal
19/03 - Cruzeiro 2 x 2 Atlético (Mineirão)
26/03 - Cruzeiro 2 x 0 Atlético (Mineirão)
Final
29/03 - Cruzeiro 1 x 1 Ipatinga (Mineirão)
02/04 - Cruzeiro 1 x 0 Ipatinga (Lamegão, Ipatinga)
Classificação Final: 1o Cruzeiro (Campeão); 2o Ipatinga; 3o Atlético; 4o América; 5o Boa; 6o Democrata-SL; 7o Caldense; 8o Democrata-GV; 9o Villa Nova; 10o Guarani; *11o Uberlândia; *12o URT
*rebaixados
Artilheiro Máximo: Marcelo Pelé (Democrata-SL) com 9 gols

Critérios de Participação:
Disputado pelos 10 primeiros colocados do Campeonato Mineiro de 2005, mais o Democrata de Valadares e o Uberlândia, campeão e vice do Módulo II de 2005, respectivamente.

Sistema de Disputa:
Dividido em três fases: Na primeira as equipes se enfrentaram em turno único e os quatro primeiros colocados se classificaram para a semifinal. Os dois últimos foram rebaixados para o Módulo II; Na fase semifinal as equipes foram divididas em duas chaves, com duas cada, na seguinte ordem de classificação da 1ª fase: 1º x 4º e o 2º x 3º. As equipes iniciaram esta fase com os pontos zerados. O primeiro e o segundo colocado da Primeira Fase disputaram os confrontos com a vantagem de dois resultados iguais com o mesmo saldo de gols. As equipes se enfrentaram em duas rodadas.
Os finalistas decidiram o título em duas rodadas. Nesta fase os pontos foram zerados, mas o finalista que somou o maior número de pontos em todas as fases disputou a decisão com a vantagem de dois resultados iguais com o mesmo saldo de gols.

Sistema 4-4-2:
Fábio, Jonathan, Moisés (André Leone), Edu Dracena e Júlio César (Anderson Paim); Recife (Diogo), Jonilson, Wagner e Francismar; Elber (Alecsandro) e Gil (Diego). Treinador: Paulo César Gusmão

Quem jogou
Jogos
Atleta
15
Fabio, Jonathan
14
Edu Dracena, Gil
13
Diego, Elber, Francismar, Moisés
12
Alecsandro
11
Júlio César
10
Jonílson, Wagner
9
Diogo
8
Anderson Paim, André Leone, Recife
6
Fábio Santos, Leandro Bonfim
4
Araújo, Luizinho
2
Kerlon
1
Luizão, Maurinho

Quem marcou gols
Gols
Atleta
6
Elber
4
Francismar, Gil
2
Alecsandro, Araújo, Diego, Wagner
1
Anderson Paim, Edu Dracena, Moisés

Revanche contra a Filial
Novamente matriz e filial foram os finalistas do Estadual. Desta vez, o Cruzeiro levou a melhor. Foi a primeira decisão de Campeonato disputada no interior de Minas na era Mineirão (que começou em setembro de 1965). Ainda permanecia a parceria entre Cruzeiro e Ipatinga. O time do Vale do Aço disputou o Campeonato com 16 jogadores emprestados pelo Cruzeiro, além da comissão técnica.

SOTELO

Carlos Henrique

16/03/1968 Nasce Ángel Gustavo Sotelo Mendoza, o Sotelo, em Assunção, no Paraguai.

18/05/1995 O meiocampista de 27 anos é anunciado como reforço do Cruzeiro para as disputas do Campeonato Brasileiro e da Supercopa. Veio por empréstimo do Olímpia, do Paraguai. Assinou contrato até dezembro com salários de US$ 100 mil mensais. Estava desde 15 de fevereiro afastado do Olimpia, após ter sido acusado de fazer corpo mole no empate em 1 a 1 contra o Cerro Porteño, pela primeira fase da Libertadores. Desde então, pediu a sua liberação do clube. Chegou ao Cruzeiro com 80 kg – três acima do peso normal.

06/08/1995 Estreia na vitória (1 a 0) sobre o Botafogo, em amistoso, no Horto. Entrou no segundo tempo substituindo o meio-campista Luiz Fernando.

10/08/1995 Faz o seu primeiro jogo como titular no empate (1 a 1) contra o Atlético, em amistoso, no Horto.

17/09/1995 Marca o primeiro e único gol com a camisa cruzeirense na vitória (3 a 1) sobre o Paysandu, no Mangueirão, pelo Campeonato Brasileiro. Foi seu primeiro jogo oficial pelo clube.

02/11/1995 Conquista o seu único título pelo Cruzeiro. Após empate (1 a 1) no tempo normal, o Cruzeiro derrotou o São Paulo na decisão por tiros livres (4 a 1) e sagrou-se campeão da Copa Ouro Sul-americana, no Pacaembu.

12/11/1995 Pela primeira vez disputa os 90 minutos de um jogo com a camisa do Cruzeiro, na vitória por 2 a 1, sobre o União São João-SP, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. Até então, Sotelo sempre entrou no decorrer dos jogos substituindo os atacantes do time: Marcelo Ramos, Dinei e Roberto Gaúcho.

11/12/1995 Após a eliminação na semifinal do Campeonato Brasileiro deixou o clube e retornou ao Olimpia. Ao todo disputou 15 jogos com a camisa cruzeirense.