quinta-feira, 26 de julho de 2012

AGENDA HISTÓRICA


Os campeões da Libertadores de 1976 posam para a foto antes da decisão
da Taça Intercontinental contra o Bayern de Munique, da Alemanha.
Fila do alto: Guido (massagista), Jairzinho, Piazza, Nelinho, Helio, Raul,
Pablo Forlan, Lauro, Moraes e Ozires. Fila do meio: Ronaldo Nazaré (médico),
Darci, Isidoro, Ronaldo, Palhinha, Valdo, Zé Carlos, Eduardo, Vanderlei,
Antônio Lacerda (preparador físico) e Zezé Moreira (treinador)
Fila de baixo: Benecy Queiroz (preparador físico), Eli Mendes, Lívio,
Dirceu Lopes, Roberto César, Silva, Mariano, Joãozinho e Escócio (massagista)
Obs: Dirceu Lopes e Forlán não fizeram parte do plantel campeão da Libertadores

Por Henrique Ribeiro

24/07/1946 - o Cruzeiro enfrenta o Vitoria pela primeira vez e é derrotado por 5 a 2, no estádio da Graça, em Salvador. Os gols do rubro-negro baiano foram marcados por Gringo/2, Joel, Jaime e Siri, enquanto Alcides e Orlando descontaram para o Cruzeiro.

25/07/1962 - o ponta esquerda Tião é negociado ao Siderúrgica por Cr$ 400 mil. O atacante havia chegado ao Cruzeiro, em 22 de abril de 1961, indicado pelo treinador Zezé Moreira, após ter sido promovido dos juniores do Fluminense. Sua passagem pelo Cruzeiro foi curta e o seu futebol não agradou. Acabou recebendo o apelido de Tião Medonho. Fez 17 jogos, marcou quatro gols e foi campeão mineiro de 1961 com a camisa azul estrelada. No Siderúrgica, de Sabará, foi campeão mineiro de 1964, antes de se transferir para o Atlético, onde foi titular por seis anos. No Galo conquistou o titulo brasileiro de 1971 e ganhou o apelido de Tião Cavadinha, por causa dos seus cruzamentos para a área.


26/07/1936 - o atacante Carazo reforça o Cruzeiro no amistoso contra o Flamengo, que termina empatado em 2 a 2, no Barro Preto. O atacante ainda estava vinculado ao Hespanha, de Santos, mas abandonou o clube, por não ter recebido os salários. Carazo estava trabalhando há três meses em Araguari, onde acumulava as funções de jogador e treinador do Araguari Atlético Clube. Após o jogo, aceitou uma proposta da diretoria para voltar ao Cruzeiro e assinou contrato até o final de 1937. Carazo havia sido titular nas temporadas de 1928 a 1931, antes de se transferir para o Villa Nova em 1932.

27/07/1960 - o atacante Abelardo se transfere para o Renascença e encerra definitivamente a sua trajetória no Cruzeiro. Ele chegou ao Cruzeiro em 1945 indicado pelo atacante Alcides que era casado com a sua prima. Dois anos depois tornou-se titular e ganhou o apelido de Flexa Azul por causa de suas entradas rápidas na área e finalizações certeiras. Em janeiro de 1949 foi negociado ao Palmeiras. A sua primeira passagem foi tão marcante que Abelardo tornou-se uma referência de época para os torcedores que vibraram com seus gols ainda crianças e que, décadas depois, se referiam como "cruzeirenses, desde os tempos do Abelardo". Não teve uma boa passagem pelo clube paulista e retornou ao Cruzeiro em 1951, onde jogou até 1954, quando se transferiu para o Sete de Setembro. Em julho de 1959, já veterano, retornou ao Cruzeiro e participou do título estadual daquele ano, que foi a sua única conquista com a camisa estrelada. Em suas três passagens pelo Cruzeiro, o Flecha Azul disputou 148 jogos e marcou 82 gols.

29/07/1998 - o Cruzeiro é derrotado por 2 a 1 para o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasometro, em Buenos Aires, com gols de Coudet e Tuzzio, para os argentinos e Marcelo Ramos para o time estrelado. O jogo marcou a estreia do Cruzeiro na Copa Mercosul. A competição foi criada pela Confederação Sulamericana para substituir a Supercopa, que vinha sendo disputada desde 1988. A Mercosul não vingou e foi extinta em 2001, e deu lugar a Copa Sulamericana. A melhor colocação do Cruzeiro na Copa Mercosul foi o vice-campeonato de 1998. Nas outras classificações foi o 5o lugar (1999), 6o lugar (2000) e 12o lugar (2001). No total o Cruzeiro fez 35 jogos na competição, sendo 19 vitórias, 6 empates e 10 derrotas. Marcou 69 gols e sofreu 40.

30/07/1976 - O Cruzeiro derrota o River Plate por 3 a 2, no estádio Centenário, em Santiago, no Chile, e conquista o título da Taça Libertadores. Os gols da vitória foram marcados por Nelinho (pênalti) aos 24', Eduardo aos 55' e Joãozinho (falta) aos 88'. Os gols do River foram marcados por Oscar Mas (pênalti) aos 58' e Urquisa aos 62'. Os outros jogos da campanha foram:

Primeira Fase
07/03/1976 - 5 x 4 Internacional, no Mineirão
14/03/1976 - 3 x 1 Sportivo Luqueño-PAR, em Assunção
18/03/1976 - 2 x 2 Olimpia-PAR, em Assunção
24/03/1976 - 4 x 1 Sportivo Luqueño-PAR, no Mineirão
28/03/1976 - 2 x 0 Internacional, no Beira-Rio
04/04/1976 - 4 x 1 Olimpia, no Mineirão
Fase semifinal
09/05/1976 - 3 x 1 LDU-Equ, em Quito
12/05/1976 - 4 x 0 Alianza-PER, em Lima
20/05/1976 - 7 x 1 Alianza-PER, no Mineirão
30/05/1976 - 4 x 1 LDU-Equ, no Mineirão
Decisão
21/07/1976 - 4 x 1 River Plate, no Mineirão
28/07/1976 - 1 x 2 River Plate, em Buenos Aires

twitter: @henriqueribe
www.facebook.com.br/almanaquedocruzeiro
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