terça-feira, 15 de setembro de 2015

Curiosidades do confronto entre Cruzeiro e Vasco

Carlos Ribeiro

Fatos históricos e curiosos do confronto entre Cruzeiro e Vasco são muitos e dariam um blog inteiro. Portanto, relacionei alguns momentos desse grande jogo. No próximo jogo entre eles postarei outros.

Sob a luz dos refletores
do estádio São Januário, o Cruzeiro foi derrotado pelo Vasco por 3 a 1, em 11 de outubro de 1929. Apesar do resultado, o jogo entrou para a história do time estrelado. Foi o primeiro jogo noturno do Cruzeiro.

Dois amistosos de entrega de faixas de campeão
foram disputados em 1994. Em 22 de maio, o time cruzeirense entregou as faixas de campeão carioca aos atletas do Vasco, em São Januário. O amistoso terminou sem gols. No dia 5 de junho, o time vascaíno entregou as faixas de campeão mineiro aos atletas do Cruzeiro, no Mineirão. O time estrelado venceu o amistoso por 3 a 1.

No estádio Mané Garrincha
em Brasília, foi disputado o primeiro confronto em campo neutro. Foi em 13 de outubro de 1996, pelo Campeonato Brasileiro. Vitória estrelada por 1 a 0.

O zagueiro Procópio
cometeu uma trapalhada, que resultou no gol do empate vascaíno, em 22 de março de 1967, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. O Cruzeiro vencia por 1 a 0 quando, aos 74 minutos, o auxiliar José Aldo Bandeira assinalou um impedimento do ataque do Vasco. Procópio segurou a bola com a mão na área, mas o árbitro Olten Aires de Abreu não havia confirmado a marcação de seu assistente e assinalou o pênalti, que deu o empate aos cariocas. Detalhe: o árbitro era da Federação Mineira!

Enquanto um pênalti maroto
era apitado contra o Cruzeiro, no Maracanã, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitia um alerta sobre o avanço da epidemia de cólera na Ásia. Nos últimos cinco anos, mais de 280 mil casos foram registrados e 73 mil óbitos confirmados em 20 países daquele continente.

3 a 3
foi o placar que Cruzeiro e Vasco repetiram nos jogos do turno e do returno do Campeonato Brasileiro de 2005, no Mineirão (26 de junho) e em São Januário (5 de outubro).

A maior virada do confronto
pertence ao Vasco na vitória por 3 a 2, em 8 de outubro de 1997, pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão. O Cruzeiro vencia por 2 a 0 com gols de Marcelo Ramos e Roberto Gaúcho, aos 8 e 16 minutos. O que parecia ser uma goleada azul virou uma virada cruzmaltina. O atacante Valdir diminuiu aos 36, o zagueiro Ricardo Rocha empatou, aos 69 e Valdir, aos 86 minutos, confirmou a virada. O atacante Marcelo Ramos desperdiçou um pênalti aos 42 minutos.

A patolada do meiocampista Nelson
do Vasco ofuscou a virada vascaína no Mineirão. Numa disputa de bola ele atacou as partes genitais do armador Luiz Fernando Gomes e, durante a semana, não se falou outra coisa. Nem os próprios companheiros de time pouparam o jogador da zoeira.

Uma briga incomum
aconteceu no amistoso entre Cruzeiro e Vasco, em São Januário, em 29 de abril de 1972. O treinador do Cruzeiro, Yustrich, que tinha o apelido de Homão, protestou contra a anulação do gol de Roberto Batata, no segundo tempo. O árbitro Airton Vieira Moraes, que era chamado de Sansão, deu um tapa no treinador que partiu para o revide. A confusão entre o árbitro e o treinador interrompeu a partida por 8 minutos. O Cruzeiro venceu o jogo por 1 a 0.

O dólar era cotado em Cr$ 5,81
para compra e Cr$ 5,84 para venda, enquanto o árbitro Airton Vieira de Morais e o treinador Yustrich brigavam em São Januário em 1972.
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