sábado, 2 de julho de 2016

As conquistas cruzeirenses no mês de julho

Carlos Henrique

CAMPEONATO MINEIRO 1996
21/07/1996 - Cruzeiro 1 x 0 America (Mineirão/Fase Final)
Gol: Ailton 48'
Com o foco nas fases decisivas da Copa do Brasil, o Cruzeiro deixou o Estadual em segundo plano e terminou o turno do hexagonal final com 6 pontos atrás do líder atletico. No entanto, venceu o clássico no returno evitando o título do rival com duas rodadas de antecedência. O Cruzeiro ainda contou com o tropeço do alvinegro contra o Villa Nova para diminuir a diferença para um ponto. Na última rodada, o time estrelado tinha a missão de vencer o America, no Mineirão, e ainda torcer por um tropeço dos alvinegros contra o lanterna Uberlândia, no Parque do Sabiá. O time do triângulo passava por uma crise interna. Jogadores foram dispensados pelo presidente do clube, após promoverem uma greve reclamando salários atrasados. Os juniores foram escalados e, surpreendentemente, seguraram um empate sem gols com o galo. Com a vitória por 1 a 0, no clássico, contra o America, o Cruzeiro ficou com o título estadual mais surpreendente de sua história.

COPA DO BRASIL 2000
09/07/2000 - Cruzeiro 2 x 1 São Paulo (Mineirão/2º jogo da decisão)
Gol: Marcelinho Paraíba, de falta 65'; Fábio Júnior 79'; Geovanni, de falta 89'
Foi o título da Copa do Brasil mais dramático da história do Cruzeiro. A conquista só veio no último minuto de jogo numa cobrança de falta do atacante Geovanni. O primeiro jogo contra o S. Paulo, no Morumbi, terminou empatado sem gols. O Cruzeiro havia passado por uma sequência de dissabores, que foi a eliminação para o galo nas quartas de final do Campeonato Brasileiro de 1999, a perda da vaga para a Libertadores na decisão do Torneio Seletivo para o Atlético Paranaense, além das decisões da Copa Sul Minas de 2000 para o America e do Estadual de 2000 para o galo. Neste período perdeu dois treinadores: Levir Culpi e Paulo Autuori. A diretoria acertou a contratação de Luiz Felipe, que só viria após o fim do contrato com o Palmeiras, e o tampão Marco Aurélio foi quem comandou a equipe no restante da campanha invicta da Copa do Brasil. Antes de enfrentar o S. Paulo na final, o time estrelado havia passado por Gama-DF, Paraná, Caxias-RS, Atlético-PR, Santos e São Paulo. O Cruzeiro se qualificou para a disputa da Copa do Brasil daquele ano, como um dos 10 melhores do ranking do futebol brasileiro.
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